Anticlinal de Estremoz: Geologia, Ordenamento do Território e Produção de Rochas Ornamentais após 2000 Anos de Exploração

dc.contributor.authorLopes, Luís
dc.contributor.editorMartins, Luís
dc.contributor.editorLourenço, Cristina
dc.contributor.editorLourenço, Carla
dc.contributor.editorCruz, José Alcântara
dc.contributor.editorFalé, Patrícia
dc.contributor.editorCavaco, Miriam
dc.contributor.editorMartins, José Miguel.
dc.date.accessioned2021-02-17T10:26:02Z
dc.date.available2021-02-17T10:26:02Z
dc.date.issued2020-10-27
dc.description.abstractNo panorama mineiro de Portugal o Anticlinal de Estremoz constituí um caso único por diversos fatores: 1) trata-se de uma estrutura geológica reconhecida por todos e não apenas pelos especialistas; 2) tem um passado de produção de mármores de excecional qualidade que remonta ao Período Romano; 3) os mármores aqui extraídos têm reconhecimento internacional constituindo-se como uma verdadeira Marca Nacional; 4) é seguramente uma das regiões do Pais com o registo geológico melhor conhecido, quer à superfície quer em profundidade. Para tal contribuíram vários estudos académicos e as várias campanhas de sondagens profundas realizadas pelas entidades governamentais e as sondagens de prospeção geológica efetuadas pelas empresas. Também a cartografia geológica de base foi realizada à escala 1:5.000 ou maior e encontra-se disponível às escalas 1:25.000 e 1:10.000; 5) há um passado de projetos de investigação, teses de fim de curso, mestrado e doutoramento, para além dos planos de pedreira e vários estudos realizados pelas empresas, etc. que constituí uma enorme base de dados. Deste modo, os estudos realizados em diversas áreas (geologia; biologia; ecologia; avaliação de impacte ambiental; caracterização dos geomateriais (rochas e solos); avaliação geomecânica do maciço marmóreo; Planos Diretores Municipais; planos de pedreira; etc.) constituem a todos os níveis um acervo de conhecimento enorme que, complementado com a avaliação de riscos (materiais e humanos), permite a curto prazo a implementação de um efetivo projeto de reordenamento do território.por
dc.identifier.authoremaillopes@uevora.pt
dc.identifier.citationLopes, L. 2020. Anticlinal de Estremoz: Geologia, Ordenamento do Território e Produção de Rochas Ornamentais após 2000 de exploração. Boletim de Minas, 54 - Tema em Destaque - Rochas Ornamentais – 2019-2020, Direção Geral de Energia e Geologia - Direção de Serviços de Recursos Hidrogeológicos e Geotérmicos. Martins, Luís; Lourenço, Cristina; Lourenço, Carla; Cruz, José Alcântara; Falé, Patrícia; Ferreira da Costa, J.; Cavaco Miriam; Martins; José Miguel. pp. 59-83. ISSN: 00008-5935. https://www.dgeg.gov.pt/media/hnwdhroc/boletim54-rochas-ornamentais2.pdfpor
dc.identifier.urihttps://www.dgeg.gov.pt/media/hnwdhroc/boletim54-rochas-ornamentais2.pdf
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/29106
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherDireção Geral de Energia e Geologia - Direção de Serviços de Recursos Hidrogeológicos e Geotérmicospor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectAnticlinal de Estremozpor
dc.subjectMármorespor
dc.subjectVila Viçosapor
dc.titleAnticlinal de Estremoz: Geologia, Ordenamento do Território e Produção de Rochas Ornamentais após 2000 Anos de Exploraçãopor
dc.typearticlepor

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