Auto do Velho da Horta: uma farsa para rir?

dc.contributor.authorEsteves, Elisa
dc.date.accessioned2013-01-24T12:20:38Z
dc.date.available2013-01-24T12:20:38Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractVelho da Horta, uma farsa para rir? Foi há 500 anos atrás que Gil Vicente levou ao palco o seu Auto do Velho da Horta, anunciado como farsa na didascália inicial. O género e também o enredo aí resumido (os amores de um velho por uma moça, os enganos da alcoviteira) prefiguram uma peça cómica e prometem risos. Tentaremos nesta comunicação rever alguns aspetos do cómico na peça, à luz da bibliografia e das diferentes leituras de que foi objeto. Julgamos que persistem interrogações pertinentes sobre a prevalência, ou não, da dimensão lúdica da peça, veículo facilitador da ação moralizadora que se pretendia exercer no espaço da corte, e sobre uma matriz mais universalista que lhe está subjacente na abordagem de tópicos literários como o do mundo às avessas ou o da loucura amorosa.por
dc.identifier.authoremailene@uevora.pt
dc.identifier.scientificarea296por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/7707
dc.identifier.withinvitedoralpresentationnaopor
dc.identifier.withoralpresentationsimpor
dc.identifier.withposternaopor
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectRisopor
dc.subjectVelho da Hortapor
dc.subjectGil Vicentepor
dc.titleAuto do Velho da Horta: uma farsa para rir?por
dc.typelecturepor

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