Avaliação de cultivares de mirtilo no Alentejo Anterior
| dc.contributor.author | Machado, Rui | |
| dc.contributor.author | Jesus, Ricardo | |
| dc.date.accessioned | 2013-09-26T09:15:15Z | |
| dc.date.available | 2013-09-26T09:15:15Z | |
| dc.date.issued | 2013-09-30 | |
| dc.description.abstract | As plantas de mirtilo eram cultivadas em climas frios, pois as cultivares utilizadas “Northern highbush “ após a entrada em dormência necessitam de acumular entre 800 a 1200 h de temperaturas entre 0 e 7.2 º C (“chilling”). Contudo, devido ao aparecimento das cultivares “Southern highbush ” e “Rabbiteys” com menores necessidades de acumulação de baixas temperaturas; respectivamente, entre 150 a 800h e entre 300 a 700h a cultura tem vindo a expandir-se para áreas climáticas mais quentes, de países como: Brasil, Chile, Argentina, Marrocos, Espanha, Austrália, Africa do Sul, E.U.A. Portugal, etc. No nosso país, a maior área de produção situa-se em Sever do Vouga e no litoral Alentejano. Contudo, a cultura tem vindo a expandir-se para o interior do Pais, destacando-se a implantação de 60 ha em Idanha-a-Nova, onde no verão a temperatura atinge valores muito elevados. Para analisar o comportamento de diferentes cultivares sob estas condições, instalou-se em 2010 na Universidade de Évora um ensaio de cultivares de Mirtilo. | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.scientificarea | 582 | por |
| dc.identifier.sharewith | ICAAM | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/8781 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | Pequenos frutos Agrotec | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | mirtilos | por |
| dc.subject | cultivares | por |
| dc.title | Avaliação de cultivares de mirtilo no Alentejo Anterior | por |
| dc.type | article | por |