Spinoza. Ser e Agir

dc.contributor.authorFeron, Olivier
dc.contributor.authorRibeiro Ferreira, Maria Luisa
dc.contributor.authorPires Aurélio, Diogo
dc.contributor.editorFeron, Olivier
dc.contributor.editorRibeiro Ferreira, Maria Luisa
dc.contributor.editorPires Aurélio, Diogo
dc.date.accessioned2012-01-30T17:52:41Z
dc.date.available2012-01-30T17:52:41Z
dc.date.issued2011
dc.description.abstractAo longo do último meio século, a obra de Spinoza tem sido objecto de um interesse continuamente renovado e de uma enorme variedade de interpretações, que a converteram numa das filosofias mais influentes no mundo contemporâneo. Da ontologia à neurologia, das ciências sociais às ciências da natureza, da ética ao direito, para já não falar da política, autores oriundos de saberes os mais diversos têm procurado dialogar com a obra do filósofo, nela encontrando inspiração abundante. Não admira, por isso, que um pouco por toda a parte se tenham multiplicado na comunidade científica os estudos consagrados a este judeu de origem portuguesa, em cuja obra sempre se reconheceu o génio e ao mesmo tempo a heterodoxia. Voltar de novo a Spinoza, reflectir sobre a sua ontologia e a sua praxeologia, discutir a radicalidade da sua aproximação ao ser e ao agir, nas mais diversas modalidades em que estes se dão na natureza e na história, torna-se, pois, um desafio que é hoje, porventura, mais actual do que nunca. Conscientes dessa actualidade, investigadores do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa e do Instituto de Filosofia da Linguagem, da Universidade Nova de Lisboa, em associação com o Seminário Spinoza, que reúne espinosistas de Espanha e Portugal, e com o Departamento de Filosofia da Universidade de Évora, promoveram a realização, nesta última cidade, a 28,29 e 30 de Outubro de 2010, de uma conferência que contou com a participação de vários especialistas da obra do filósofo e académicos das universidades francesa, italiana espanhola, brasileira e portuguesa. Sendo, como se sabe, o Alentejo o berço mais provável da família de Spinoza, o facto, de se realizar em Évora imprimiu a esta conferência uma dimensão afectiva e simbólica muito particular, que não será imodéstia dos organizadores presumir que foi grata a quantos nela participaram. As instituições que a tornaram possível, em particular à Fundação para a Ciência e a Tecnologia, assim como a todos aqueles que contribuíram para o bom funcionamento dos trabalhos, aqui fica o nosso mais sentido agradecimento. Esperamos que os resultados, trazidos a público neste volume, sejam de alguma utilidade para quantos se interessam por Spinoza, um dos autores e uma das obras da modernidade que mais nos interpelam, aqui e agora.por
dc.identifier.authorbooknaopor
dc.identifier.authoremailoferon@uevora.pt
dc.identifier.authoremailluisarife@sapo.pt
dc.identifier.authoremaildiogoaurelio@hotmail.com
dc.identifier.citationFeron, Olivier; Ferreira, M. L. R; Aurélio, D. P. "Spinoza. Ser e Agir", ISBN: 978-972-8531-95-9. Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, eds. 2011.por
dc.identifier.editorbooknaopor
dc.identifier.isbn978-972-8531-95-9
dc.identifier.scientificarea318por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/4613
dc.language.isoporpor
dc.publisherCentro de Filosofia da Universidade de Lisboapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectSpinozapor
dc.subjectSerpor
dc.subjectAgirpor
dc.titleSpinoza. Ser e Agirpor
dc.typebookpor

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