Um Mosteiro entre os Rios. O território Alcobacense
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Hora de Ler
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Em Portugal, a extinção das ordens religiosas ocorreu em 1834, sendo que o facto de os bens patrimoniais construídos pela Ordem de Cister se terem mantido durante mais de sete séculos sob a sua alçada, não pôde constituir garantia de salvaguarda. Depois da desocupação do Mosteiro de Alcobaça, gerou-se um movimento de revolta da população, por ter sofrido alegados excessos por parte da comunidade religiosa. Este conjunto de fatores prejudicou a conservação dos edifícios da Ordem de Cister, precipitando nalguns casos, a destruição quase completa das instalações, a utilização arbitrária das estruturas edificadas e de material que foi empregue em construções. Na perspetiva da salvaguarda de um conjunto significativo da obra cisterciense no património cultural português, analisou-se do ponto de vista arquitetónico, o que subsiste das estruturas das suas granjas, quintas e outras construções agrícolas (Fig. 1). Muitas delas estão em estado precário de conservação, nomeadamente as mais antigas. No entanto, algumas quintas e granjas dos séculos XVII e XVIII ainda se encontram em condições de degradação menos acentuadas.
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Tereno, M.;Pereira, M.; Monteiro, M. 2021. MORFOEVOLUÇÃO DE ALGUMAS DAS ANTIGAS ESTRUTURAS RURAIS DO MOSTEIRO DE ALCOBAÇA – Análises arquitetónica e paisagística in Um Mosteiro entre os rios. O território alcobacense: 355-418 pp. Colecção: História & Memória – 26. Hora de ler, Leiria. ISBN 978-989-8991-64-5.