A Farmacoterapia aplicada a doentes com factores de risco cardiovascular modificáveis. O exercício do acompanhamento farmacoterapêutico
| dc.contributor.author | Cavaco, Margarida | |
| dc.contributor.author | Condinho, Monica | |
| dc.contributor.author | Miranda, Fernando | |
| dc.contributor.author | Sinogas, Cartlos | |
| dc.date.accessioned | 2020-02-26T14:51:13Z | |
| dc.date.available | 2020-02-26T14:51:13Z | |
| dc.date.embargo | 2010 | |
| dc.date.issued | 2010 | |
| dc.description.abstract | Objectivo: perspectivar o Acompanhamento Farmacoterapêutico como prática profissional de mais-valia para o estado de saúde do doente Desenho do estudo: relatório de estudo de intervenção Local e população alvo: doentes com factores de risco cardiovascular modificáveis (hipertensão arterial, dislipidemia, excesso de peso e tabagismo) integrados no Programa de Acompanhamento Farmacoterapêutico em curso em cinco farmácias comunitárias Metodologia: a evolução clínica dos doentes foi avaliada no âmbito de consultas farmacêuticas pela determinação da pressão arterial, do perfil lipídico, do índice de massa corporal e pela cessação tabágica. O cálculo do risco cardiovascular, para cada doente, foi determinado com base na equação de Framingham. Resultados: os dados apresentados referem-se a 42 doentes, com factores de risco cardiovascular modificáveis, de um total de 64 que integram o Programa de Acompanhamento Farmacoterapêutico. As intervenções farmacêuticas reduziram, em média, 12 % a pressão arterial sistólica, 7,3 % a pressão arterial diastólica, cerca de 12 % os níveis séricos de colesterol total (com um aumento médio de 1,3% nos níveis de colesterol-HDL) e 11% os níveis de triglicéridos. Na prática, cerca de 72% dos hipertensos não controlados, 53% dos hipercolesterolemicos não controlados e 50% dos doentes com hipertrigliceridemia não controlada puderam ser controlados. O índice de massa corporal não sofreu alteração significativa. Dos 3 doentes fumadores, um aceitou, com sucesso, iniciar o processo de cessação tabágica. O risco de doença cardiovascular foi reduzido em 25 doentes, 8 deles de risco moderado para baixo risco e 2 deles de elevado risco para risco moderado. Conclusão: os dados apresentados contribuem para o reconhecimento do Acompanhamento Farmacoterapêutico como um serviço de significativa mais-valia para a saúde do doente. | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | monica.condinho@ac-ft.pt | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | sinogas@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Rev Port Farmacoter 2010; 2: 79-88 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/27348 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | Revista Portuguesa de Farmacoterapia | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Acompanhamento Farmacoterapêutico | por |
| dc.title | A Farmacoterapia aplicada a doentes com factores de risco cardiovascular modificáveis. O exercício do acompanhamento farmacoterapêutico | por |
| dc.type | article | por |