«Boa figura, má figura, sem figura: mulheres artistas no tempo da I República» in Mulheres na I República: percursos, conquistas e derrotas
| dc.contributor.author | Leandro, Sandra | |
| dc.contributor.editor | Castro, Zília Osório de | |
| dc.contributor.editor | Esteves, João | |
| dc.contributor.editor | Monteiro, Natividade | |
| dc.date.accessioned | 2012-01-30T18:39:39Z | |
| dc.date.available | 2012-01-30T18:39:39Z | |
| dc.date.issued | 2011 | |
| dc.description.abstract | Durante os anos da I República, em Portugal, foram raras as mulheres consideradas profissionais no domínio das Artes. É certo que no período a que nos reportamos já podiam frequentar as Escolas de Belas-Artes de Lisboa, ou do Porto, mas a grande maioria que se apresentava nas exposições tinha uma aprendizagem particular, o que muito contribuía para serem consideradas amadoras. De resto, o mesmo acontecia aos homens que não cursavam a Escola. Só as mulheres mais persistentes e que uma e outra vez davam mostras de trabalho árduo e de inegável talento conseguiam construir uma carreira e alcançar o estatuto profissional. Nenhuma mulher em Portugal conseguiria subsistir comercializando apenas as suas obras e foram escassos os homens que conquistaram esse feito. Ontem como hoje, eram geralmente as tarefas de docência que garantiam os necessários proventos. Um outro facto frequente e que convém referir prende-se com a desistência, ou com um significativo decréscimo das actividades artísticas após o casamento. Além de nos determos um pouco mais num ou noutro percurso, este artigo apresenta sobretudo pontos de referência, uma listagem de nomes e de exposições que decorreram entre 1910-1926. Tentámos reunir informação e abrir algum caminho sabendo que há muitos trilhos a percorrer. Para que o estudo possa avançar é decisivo que se elabore um inventário dos trabalhos das mulheres que se dedicaram às expressões artísticas. Só assim se quebrará a linha que perpetua juízos de valor da Crítica e da História de Arte que precisam ser revistos e actualizados. Será a única forma de podermos aferir de novo a sua qualidade, ou a falta dela. Estas mulheres dedicaram-se à representação, mas muitas permanecem sem figura na História da Arte. Aqui fica um contributo contra a omissão. | por |
| dc.identifier.authoremail | sleandro@uevora.pt | |
| dc.identifier.isbn | 978-989-689-088-9 | |
| dc.identifier.scientificarea | 713 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/4632 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Edições Colibri | por |
| dc.rights | restrictedAccess | por |
| dc.subject | História da Arte em Portugal (1910-1926) | por |
| dc.subject | Mulheres Artistas em Portugal | por |
| dc.subject | Estudos de Género | por |
| dc.title | «Boa figura, má figura, sem figura: mulheres artistas no tempo da I República» in Mulheres na I República: percursos, conquistas e derrotas | por |
| dc.type | bookPart | por |