Trabalhar e estudar. Um trajeto de conciliações (im)possíveis.

dc.contributor.authorFernandes, Maria de Fátima
dc.contributor.authorSerrano, Maria Manuel
dc.date.accessioned2023-02-27T15:58:56Z
dc.date.available2023-02-27T15:58:56Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractA condição de trabalhador-estudante está prevista no Código do Trabalho e na legislação que o regulamenta. Assim, “considera-se trabalhador-estudante o trabalhador que frequenta qualquer nível de educação escolar, bem como curso de pós-graduação, mestrado ou doutoramento em instituição de ensino, ou ainda curso de formação profissional ou programa de ocupação temporária de jovens com duração igual ou superior a seis meses”. No contexto da economia flexível, a decisão de investir na formação e voltar a estudar, quando já se ingressou no mercado de trabalho e se constituiu família, tem várias motivações possíveis, nomeadamente: o aumento da qualificação, a conquista de um emprego mais qualificado ou a progressão no emprego atual, o aumento dos rendimentos do agregado familiar, a melhoria das condições de vida, a elevação do status social, ou a realização pessoal e profissional, entre outros. Em suma, aumentar a empregabilidade e alcançar a dignidade no trabalho, conforme estabelecido nos ODS 4 e 8 da Organização das Nações Unidas (ONU) “Educação de qualidade” e “Trabalho digno e crescimento económico”, respetivamente. Estes ODS, visam contribuir para a promoção da igualdade no acesso à educação para crianças e adultos e para a definição de políticas orientadas para o desenvolvimento de atividades produtivas e da criação de emprego digno, entre outros aspetos de igual relevância. A presente comunicação insere-se numa investigação mais vasta, que sustenta uma tese de Doutoramento em Sociologia, e tem como objetivo identificar as motivações dos trabalhadores-estudantes, com família constituída, para voltar a estudar e que concluíram uma licenciatura. Pretende-se ainda conhecer a trajetória profissional desses trabalhadores-estudantes e determinar a influencia que o investimento na sua formação superior teve na manutenção ou alteração da suas condições objetivas e subjetivas no contexto de trabalho. Da estratégia metodológica fazem parte, entre outras técnicas de recolha de dados, a realização de 10 entrevistas semi-diretivas a atuais diplomados, que concluíram uma licenciatura na Universidade de Évora (5 entrevistas) e no Instituto Politécnico e Setúbal (5 entrevistas) e a 4 empresas, no sentido de dar resposta aos objetivos mencionados.por
dc.identifier.authoremailfatimarmfernandes@gmail.com
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.citationFernandes, Fátima e Serrano, Maria Manuel (2022). “Trabalhar e estudar. Um trajeto de conciliações (im)possíveis”. Atas do IV Seminário Internacional Vulnerabilidades Sociais e saúde - Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: Velhos Desafios E Novas Oportunidades pp. 124-138, Editor: Instituto Polítécnico de Setúbal. ISBN 978-989-53890-3-2.por
dc.identifier.scientificarea689por
dc.identifier.sharewithCICS.NOVA.UÉvorapor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/34778
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectTrabalhopor
dc.subjectFormaçãopor
dc.subjectConciliação Trabalho Famíliapor
dc.titleTrabalhar e estudar. Um trajeto de conciliações (im)possíveis.por
dc.typearticlepor

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