Amostragem em duas fases adaptativa para estimar a abundância de populações raras

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Sociedade Portuguesa de Estatística

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Algumas populações são raras ou tendem a distribuir-se apenas em certas zonas. A amostragem adaptativa garante que uma maior parte do esforço seja gasto nas zonas com maior densidade de animais, aumentando assim a dimensão da amostra. Recentemente foram propostos desenhos em duas fases adaptativos para estimar a abundância de populações raras. Nestes desenhos a região de estudo é dividida em secções. Numa primeira fase é estimada a taxa de ocupação nessas secções a partir da observação directa ou indirecta da presença dos indivíduos nessas secções, ou numa amostra aleatória dessas secções. Na segunda fase, e apenas nas secções que satisfazem pelo menos um certo patamar de detecções, é realizada uma amostragem mais intensiva do tipo captura-recaptura sendo a abundância estimada pelos processos habituais. Neste trabalho propomos a utilização da amostragem por distâncias na segunda fase de amostragem e estudamos as propriedades deste modelo.

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Afonso, A.; Alpizar-Jara, R. (2011). Amostragem em duas fases adaptativa para estimar a abundância de populações raras. SPE 2011 Programa e Resumos. XIX Congresso da Sociedade Portuguesa de Estatística.

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