Efeitos da mobilização do solo e do controlo da vegetação no teor de água do solo em olivais no Alentejo.
| dc.contributor.author | Alexandre, Carlos | |
| dc.contributor.author | Andrade, José | |
| dc.contributor.author | Afonso, Teresa | |
| dc.date.accessioned | 2013-09-05T14:28:16Z | |
| dc.date.available | 2013-09-05T14:28:16Z | |
| dc.date.issued | 2007-07 | |
| dc.description.abstract | Este trabalho compara o teor de água do solo, entre Janeiro de 2004 e Abril de 2005, em resultado da aplicação de 3 técnicas de controlo da vegetação herbácea em olivais jovens: cobertura com luzerna, Medicago spp. (L), mobilização tradicional (M) e não mobilização (N). A área em estudo localiza-se na Herdade dos Lameirões (DRAAl), Safara, a leste de Moura, envolvendo 6 parcelas de olival (var. “Galega”) situadas numa encosta com 4-5% de declive, num Solo Calcário Vermelho Para Barro derivado de calcários não compactos associados a xistos (Vc‘), Cambissolo Vértico-Calcárico (Crómico) na terminologia WRBSR. A humidade do solo foi objecto de três tipos de monitorização: irregular (humidade gravimétrica), principalmente na camada 0-10 cm; periódica, quase quinzenal, com sondas PR1 (Delta-T)* até aos 40 cm; e contínua, com as mesmas sondas e profundidades anteriores. Atendendo às limitações das sondas PR1 em solos argilosos, os resultados são analisados comparativamente. O tratamento L teve uma redução mais rápida da humidade na camada 0 a 20 cm nos períodos com maior desenvolvimento vegetativo e durante o Inverno de 2005 (com temperaturas mínimas muito baixas, grandes amplitudes térmicas diárias e extrema secura). O tratamento M evidencia maior descontinuidade do perfil hídrico dos 10-20 cm para os 20-30 cm, indiciando menor drenagem para as camadas subjacentes aos 20 cm. O mesmo tratamento registou maiores variações de humidade entre os 0 e os 20 cm, durante o Verão de 2004, em que se manteve com solo nu, diferença que pode dever-se a uma maior intercepção e evaporação pelos resíduos vegetais existentes à superfície nos tratamentos L e N. O tratamento N indicia um perfil hídrico mais homogéneo: a ausência de mobilizações permite uma maior variação da humidade nas camadas subjacentes aos 20 cm do que no tratamento M e o controlo da vegetação (com herbicida na linha e corte na entrelinha) origina menores perdas de humidade entre os 0 e os 20 cm do que no tratamento L. (* Referência apenas com fins informativos). | por |
| dc.identifier.authoremail | cal@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | zalex@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | domingues.afonso@gmail.com | |
| dc.identifier.citation | Alexandre, C., Andrade, J. & Afonso, T. 2007. Efeitos da mobilização do solo e do controlo da vegetação no teor de água do solo em olivais no Alentejo. Revista de Ciências Agrárias, Vol. 30, 2: 217-232. | por |
| dc.identifier.scientificarea | 401 | por |
| dc.identifier.uri | http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/rca/v30n2/v30n2a16.pdf | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/8710 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | solo | por |
| dc.subject | olival | por |
| dc.subject | mobilização do solo | por |
| dc.subject | água do solo | por |
| dc.title | Efeitos da mobilização do solo e do controlo da vegetação no teor de água do solo em olivais no Alentejo. | por |
| dc.type | article | por |
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