AVALIAÇÃO DA SOBREVIVÊNCIA DE LEITÕES ALENTEJANOS EM FUNÇÃO DA PRODUÇÃO E INGESTÃO DE COLOSTRO EM CONDIÇÕES EXPERIMENTAIS E DE EXPLORAÇÃO

dc.contributor.authorCharneca, Rui
dc.contributor.authorTirapicos Nunes, José Luis
dc.date.accessioned2009-04-08T15:40:59Z
dc.date.available2009-04-08T15:40:59Z
dc.date.issued2007-10
dc.description.abstractA raça suína alentejana apresenta uma baixa produtividade numérica (Pn) comparativamente a outros genótipos, essencialmente devido a duas componentes de capital importância, a taxa de prolificidade (Tp) baixa e a taxa de mortalidade, elevada dos leitões até ao desmame (Tm). O objectivo deste ensaio foi estudar estas duas componentes com vista ao incremento da Pn na porca Alentejana. Seguiram-se 45 partos de porcas alentejanas (23 na estação experimental da Universidade de Évora - Mitra e 22 numa exploração privada - Torrão). Foram registados: o número de leitões nascidos (totais, vivos, mortos e mumificados), a duração do parto e a performance de cada ninhada, ao longo do período de amamentação de 28 dias. Ao nível dos leitões foram registados: os pesos ao nascimento, às 24 horas, e quando completaram idades de 7 dias, 14 dias, 21 dias e 28 dias; a temperatura rectal foi tomada ao nascimento, à 1ª e 24ª horas. Registaram-se diferenças não significativas nos parâmetros reprodutivos, leitões nascidos vivos de 8,3±0,4 na Mitra e de 7,7±0,5 no Torrão. O ganho de peso da ninhada, entre o parto e as 24 horas, foi maior (p<0,05) na exploração Torrão. Os leitões da Mitra apresentavam um peso ao nascimento superior ao dos leitões do Torrão, no entanto, tiveram um menor crescimento e ingestão de colostro nas primeiras 24 horas, indiciando uma maior capacidade de produção de colostro pelas porcas do Torrão. A taxa de mortalidade dos leitões entre o nascimento e o desmame foi de 28,9% (27,4 na Mitra e 30,6 no Torrão). As mortes ocorreram, maioritariamente, entre o nascimento e os 3 dias (82,5 %). Os leitões que morreram durante o aleitamento apresentaram pesos menores ao nascimento (p<0,001) e às 24 horas (p<0,001), a ingestão de colostro total e por kg de peso vivo também foi menor (p<0,001) reflectindo-se num menor ganho de peso, total e por kg de peso vivo (p<0,001), no intervalo considerado; paralelamente registaram-se temperaturas rectais mais baixas à 1ª (p<0,05) e 24ª horas (p<0,001). Assim, parece ser de sublinhar a importância do peso ao nascimento dos leitões e a capacidade produtora de colostro nas porcas. Devendo, por isso, dar-lhes maior atenção no sentido incrementar a Pn nesta raça autóctone.en
dc.format.extent336687 bytes
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.identifier.accesstyperestrito_metadadosen
dc.identifier.authoremailrmcc@uevora.pt
dc.identifier.authoremailjnunes@uevora.pt
dc.identifier.numrevnº 18 – Octubreen
dc.identifier.pagina23-30en
dc.identifier.revistaSolo Cerdo Ibéricoen
dc.identifier.scientificarea207en
dc.identifier.sharewithICAMen
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/1516
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccessen
dc.subjectsuínosen
dc.subjectraça alentejanaen
dc.subjectleitõesen
dc.subjectsobrevivênciaen
dc.titleAVALIAÇÃO DA SOBREVIVÊNCIA DE LEITÕES ALENTEJANOS EM FUNÇÃO DA PRODUÇÃO E INGESTÃO DE COLOSTRO EM CONDIÇÕES EXPERIMENTAIS E DE EXPLORAÇÃOen
dc.typearticleen

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