O processo de profissionalização dos Osteopatas em Portugal: as forças e as debilidades de uma profissão em construção

dc.contributor.authorBraga, Domingos
dc.contributor.authorSilva, Carlos
dc.contributor.authorHenriques, Augusto
dc.contributor.editorAPSIOT
dc.date.accessioned2013-12-16T10:33:39Z
dc.date.available2013-12-16T10:33:39Z
dc.date.issued2013
dc.description.abstractSendo certo que os profissionais de saúde têm suscitado enorme interesse junto dos sociólogos que se interessam pela problemática das profissões, não será despiciendo afirmar que as áreas das medicinas alternativas ou não convencionais estão ainda muito pouco estudadas entre nós. Assim sendo, o objectivo principal deste artigo será o de dar a conhecer os aspectos mais marcantes do processo de profissionalização dos Osteopatas em Portugal, tendo como referencial teórico de base o paradigma do poder na análise das profissões. Segundo Mike Saks (2000), o facto de existir um elevado número de profissionais da medicina alternativa e complementar, tal não significa que as práticas alternativas estejam consolidadas no quadro das ofertas dos sistemas de saúde europeus. Entre nós, a inserção no mercado de trabalho dos profissionais em Osteopatia é ainda relativamente recente e revela algumas especificidades, ao aceitar pessoas sem qualquer formação estruturada e consolidada, ou reconhecimento profissional acreditado pelo Estado. Sabendo que a qualidade da inserção no mercado de trabalho dos profissionais em Osteopatia pode determinar em grande medida a qualidade da carreira a ser construída, o objectivo deste trabalho consistiu em analisar o processo de profissionalização e de formação identitária dos actuais Osteopatas que trabalham em Portugal. Tendo por base a caracterização do conceito de profissão apresentado por E. Freidson e a partir de um conjunto de entrevistas realizadas junto de indivíduos de ambos os sexos a trabalhar em Portugal e assumindo diferentes experiências e formações ditas Osteopáticas, tanto a nível nacional como internacional, foi possível concluir que sem a regulamentação da profissão por parte do Estado e sem a formação de cursos a tempo inteiro devidamente estruturados e oficialmente reconhecidos, dificilmente será possível ultrapassar uma imagem muito débil de percepcionar o que é a Osteopatia e qual o seu verdadeiro “métier”. Desta forma poder-se-á estar a criar um problema de natureza e formação identitária entre os profissionais e na imagem que estes transmitem para a opinião pública. O poder profissional desta classe apresentar-se-á debilitado e enfraquecido por falta de uma consolidação da profissão, ao gerar valores e formas muito diferenciadas de apropriação da profissão e das suas actividades de trabalho.por
dc.identifier.authoremaildab@uevora.pt
dc.identifier.authoremailcasilva@uevora.pt
dc.identifier.authoremailHenriques.augusto.ost@gmail.com
dc.identifier.citationBraga, Domingos, Silva, Carlos e Henriques, Augusto (2013), O processo de profissionalização dos Osteopatas em Portugal: as forças e as debilidades de uma profissão em construção, Actas do XV Encontro Nacional de SIOT, Lisboa, APSIOT.por
dc.identifier.scientificarea692por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/9070
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherApsiotpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectProfissõespor
dc.subjectProfissionalizaçãopor
dc.subjectOsteopataspor
dc.subjectIdentidadepor
dc.titleO processo de profissionalização dos Osteopatas em Portugal: as forças e as debilidades de uma profissão em construçãopor
dc.typearticlepor

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