Políticas Europeias e Sustentabilidade: Estabilização Macroeconómica e Regimes Cambiais
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O governo de um qualquer país tem normalmente à sua disposição um leque de diferentes tipos de políticas económicas alternativas para conduzir a economia rumo aos objectivos traçados de crescimento económico sustentado:
- Política Monetária (manobrando a taxa de juros e/ou a quantidade de moeda)
- Política Orçamental (através das várias componentes da receita e da despesa pública, cujo saldo revela intenções de políticas mais expansionistas ou contraccionistas)
- Política Cambial (a taxa de câmbio determina o preço dos nossos produtos no estrangeiro, influenciando assim a nossa competitividade)
Além destas, os governos podem igualmente utilizar políticas estruturais específicas para determinadas sectores da economia, ou a política de rendimentos e preços, tentando equilibrar objectivos sociais com objectivos de competitividade externa.
Quando um conjunto de países europeus decidiu adoptar uma moeda e um banco central comuns, prescindiram voluntariamente do controlo autónomo de algumas daquelas políticas, e aceitaram que as restantes ficassem significativamente limitadas.
É exactamente por aqui que eu gostava de começar, por mostrar de que forma aquelas políticas estão organizadas na união monetária europeia, e quais as limitações impostas pela moeda comum.