A produção de caprinos de raça Serpentina: análise das explorações e dos produtores

dc.contributor.authorFonseca, António
dc.contributor.authorFernandes, Luís
dc.contributor.authorMinhoto, Manuel
dc.contributor.authorCachatra, António
dc.contributor.authorCarreira, Paulo
dc.contributor.authorSaraiva, Vítor
dc.contributor.editorCarolino, Nuno
dc.date.accessioned2019-02-20T12:36:56Z
dc.date.available2019-02-20T12:36:56Z
dc.date.issued2018-10
dc.description.abstractO presente trabalho pretende contribuir para a análise do problema da redução do efectivo caprino em Portugal. Esta realidade implica prejuízos económicos, ambientais e socioculturais em zonas desfavorecidas do país. O estudo centra-se na raça Serpentina, originária do Sul de Portugal e ameaçada de extinção. A caracterização das explorações agrícolas e produtores associados na Associação Portuguesa de Caprinicultores da Raça Serpentina (APCRS) teve por base um questionário elaborado para esse efeito. Dos inquéritos realizados obtiveram-se 28 válidos, que perfaziam um efectivo global de 3929 fêmeas reprodutoras da raça Serpentina e 11575 hectares de área total das explorações agrícolas. O tratamento de dados envolveu análise estatística univariada, bivariada e multivariada. Das conclusões destacam-se as seguintes: a) notória heterogeneidade entre explorações agrícolas quanto a dimensões e estruturas, tipo de actividades e nível de intensificação; b) os caprinos da raça Serpentina representavam somente cerca de 17% das cabeças normais totais existentes nas explorações envolvidas no estudo; c) 54% das explorações também produziam ovinos, 36% bovinos de carne e 28% suínos; d) 13 produtores previam continuar a actividade caprinos raça Serpentina, 14 responderam “talvez” e 1 “não”; e) a APCRS e apoio técnico, o bom enquadramento da actividade na exploração, a disponibilidade de bons cabreiros e o valor afectivo/tradição foram as razões mais valorizadas pelos produtores para a continuidade da actividade; f) da análise multivariada relativa às razões da continuidade, a 1ª componente relacionava-se com viabilidade económica e garantia de preços compensadores e a 2ª componente com a existência da APCRS e apoio técnico.por
dc.identifier.authoremaildfonseca@uevora.pt
dc.identifier.authoremailladsf@uevora.pt
dc.identifier.authoremailminhoto@uevora.pt
dc.identifier.authoremailassociacao.serpentina@gmail.com
dc.identifier.authoremailassociacao.serpentina@gmail.com
dc.identifier.authoremailassociacao.serpentina@gmail.com
dc.identifier.scientificarea207por
dc.identifier.urihttps://aicarevista.jimdo.com/n%C3%BAmeros/vol%C3%BAmen-11-2018/
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/24780
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherActas Iberoamericanas en Conservación Animalpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectRaça autóctonepor
dc.subjectRegião Alentejopor
dc.subjectInquéritospor
dc.subjectAnálise exploratória de dadospor
dc.titleA produção de caprinos de raça Serpentina: análise das explorações e dos produtorespor
dc.typearticlepor

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