Utilização da máquina de podar de discos num olival com 400 árvores por hectare

dc.contributor.authorDias, António Bento
dc.contributor.authorFalcão, José
dc.contributor.authorPinheiro, Anacleto
dc.contributor.authorPeça, J. O.
dc.contributor.editorBento, Albino
dc.contributor.editorPereira, José Alberto
dc.date.accessioned2013-01-28T10:22:57Z
dc.date.available2013-01-28T10:22:57Z
dc.date.issued2012-11
dc.description.abstractA avaliação da utilização da máquina de podar de discos na olivicultura portuguesa iniciou-se em 1997. Estes trabalhos, efectuados em olivais tradicionais, provaram que a utilização desta máquina permite uma redução dos custos de poda, sem diminuição da produção (Dias, 2006). Os resultados obtidos motivaram os autores a efectuarem um novo ensaio (2005) de avaliação da utilização da máquina num olival intensivo da variedade Picual, instalado a 7m x 3,5m, com rega gota-a-gota. O ensaio foi estabelecido em blocos casualizados com três repetições e com 30 árvores por bloco. Definiram-se os seguintes tratamentos: T0 – sem poda; T1 – poda manual efectuada em 2005 e em 2010; T2 – corte horizontal da copa em 2005, corte horizontal e vertical do lado nascente da copa em 2008 e corte horizontal e vertical do lado poente em 2010; T3 – corte horizontal da copa em 2005 e corte horizontal e vertical em ambos os lados em 2010. Comum a todos os tratamentos: -em 2006, foi efectuada uma poda manual para eliminar os ramos excessivamente pendentes. -em 2007 foi efectuado um corte horizontal da copa, eliminando uma calote esférica de 0,50m de altura. Avaliaram-se os tempos de poda e a produção média de azeitona por árvore. A produção obtida durante o período do ensaio veio mostrar que a utilização da máquina de podar de discos na poda de olivais com 400 árvores/ha não penaliza a produção de azeitona tal como se tinha verificado nos ensaios em olivais tradicionais (Dias et al., 2012). Os tratamentos onde se utilizou apenas a máquina de podar de discos diferiram significativamente (P<0.,1) entre si na produção de azeitona, tendo o tratamento T3 registado um menor valor devido à maior intensidade de poda efectuada em 2010. Estes resultados ainda não revelam uma estratégia de poda mecanizada, sendo necessário dar continuidade aos ensaios.por
dc.identifier.authoremailadias@uevora.pt
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailpinheiro@uevora.pt
dc.identifier.authoremailjmop@uevora.pt
dc.identifier.citationDias, A. B., Falcão, J., Peça, J. O., Pinheiro, A. (2012). Utilização da máquina de podar de discos num olival de 400 árvores por hectare. Actas Portuguesas de Horticultura nº 21, p. 107-114, ISBN -978-972-8936-13-6por
dc.identifier.isbn978-972-8936-13-6
dc.identifier.scientificarea580por
dc.identifier.sharewithICAAMpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/7773
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherAssociação Portuguesa de Horticulturapor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectmáquina de podar de discospor
dc.subjectcorte vertical na copapor
dc.subjectcorte horizontal na copapor
dc.titleUtilização da máquina de podar de discos num olival com 400 árvores por hectarepor
dc.typearticlepor

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