EDUCAÇÃO SEXUAL NO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO

dc.contributor.authorBatanete, Ermelinda Caldeira
dc.contributor.authorLopes, M. J.
dc.contributor.editorUIS, Unidade de Investigação em Saúde
dc.contributor.editorESSLei, Escola Superior de Saúde de Leiria
dc.date.accessioned2013-01-23T16:37:55Z
dc.date.available2013-01-23T16:37:55Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractA Lei nº60/2009 estabeleceu o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar, no ensino básico e secundário, no âmbito da educação para a saúde. Os actores destes contextos educativos foram assim confrontados com uma lei que lhes exigia novas competências e novos papéis, mas acima de tudo com dúvidas: Como passar do legislado à prática? Quais as alterações organizacionais que tal legislação exige? Métodos: Face ao conjunto de questões atrás colocadas optou-se pela metodologia de investigação-acção. Na fase diagnóstica procedeu-se à aplicação de um conjunto de instrumentos dos quais destacamos a entrevista e o questionário: avaliação de atitudes dos professores face á Educação sexual (QAAPES) (Reis, Vilar: 2002); concepções e práticas face à Educação sexual – versão para professores e versão para pais (Lourenço: 2007); percepção dos alunos 2º ciclo acerca da educação sexual (Batanete, 2009). Resultados: Os resultados apresentados reportam-se apenas à primeira fase do processo. Os dados permitiram-nos constatar o reconhecimento pelos diversos actores da educação sexual na escola como uma necessidade explícita. Na opinião dos jovens esta deve ser uma acção conjunta de professores, profissionais de saúde e pais e deveria ser abordada numa disciplina obrigatória. Os professores entendem que diz respeito a todos os professores e que deve ser abordada preferencialmente na componente lectiva. Para estes a principal finalidade da educação sexual é desenvolver as competências dos alunos para que consigam viver a sua sexualidade de uma forma mais saudável. Para os pais a principal finalidade é prevenir situações graves como gravidez na adolescência e SIDA e deveria ser desenvolvida por especialistas na temática, numa disciplina obrigatória. Conclusão: O reconhecimento da educação sexual na escola como uma prioridade é unânime entre os diversos actores, no entanto, existe alguma divergência de perspectivas acerca da forma como esta deve ser operacionalizada.por
dc.identifier.authoremaileb@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmjl@uevora.pt
dc.identifier.citationBatanete, Ermelinda Caldeira; Lopes, M. J. (2012). EDUCAÇÃO SEXUAL NO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO. In Livro de Resumos Congresso Internacional de Saúde do IP de Leiria. Ed Unidade de Investigação em Saúde (UIS) Escola Superior de Saúde de Leiria (ESSLei). ISBN: 978-972-8793-46-3por
dc.identifier.isbnISBN: 978-972-8793-46-3
dc.identifier.scientificarea745por
dc.identifier.urihttp://snack.to/fzp5wcud
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/7685
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUIS, Unidade de Investigação em Saúde; ESSLei, Escola Superior de Saúde de Leiriapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectEducação sexualpor
dc.subjectSexualidadepor
dc.subjectJovenspor
dc.subjectEscolapor
dc.titleEDUCAÇÃO SEXUAL NO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICOpor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage69por
degois.publication.locationUnidade de Investigação em Saúde (UIS). Escola Superior de Saúde de Leiria(ESSLei)por
degois.publication.titleLivro de Resumos: Congresso Internacional de Saúde do IP de Leiriapor

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