Chimica: a arte de transformar a matéria
| dc.contributor.author | Conde, Antónia Fialho | |
| dc.contributor.author | Galacho, Cristina | |
| dc.contributor.author | Rosado, Fernando | |
| dc.contributor.author | Figueiredo, Margarida | |
| dc.contributor.author | Valente, Mariana | |
| dc.contributor.author | Mendes, Paulo | |
| dc.contributor.author | Ferreira, Teresa | |
| dc.date.accessioned | 2014-01-22T11:25:56Z | |
| dc.date.available | 2014-01-22T11:25:56Z | |
| dc.date.issued | 2013 | |
| dc.description.abstract | «CHIMICA. Segundo a accepçaõ commua, he Syuonimo de Alchimia, ou Alquimia. Mas por Chimica ordinariamente entendemos a Arte, que com varias, & sutilissimas operaçoens, reduz todos os córpos naturaes a seus primeiros principios, & em minimas particulas os resolve» O Químico convive diariamente com o laboratório e os objetos ai residentes. Designações como material de vidro ou equipamento fazem parte da terminologia que usa habitualmente. Manuseia cada objeto com sentido prático. Sabe, porém, que o que ali acontece é algo extraordinário e que as suas ações estão imbuídas de um poder criador. Cada objeto tem a forma única, adequada, para desempenhar o papel que lhe cabe em sorte no palco que é o laboratório. Fazer desses objetos peças museológicas, olhá-los com uma vida para além da mera reação química ou da medição do fenómeno, resgatá-los para o contexto público, permitindo interações de outra natureza a quem os contempla, é o desafio desta exposição. Através destes objetos acedemos à História e às histórias que se viveram no espaço do Colégio do Espírito Santo no período balizado entre o final do século XIX e o século XX. Porém, ao cruzarmos o claustro maior, a imponência da fachada da sala dos atos e a beleza dos azulejos que adornam as restantes salas transportam-nos de imediato a um passado que remonta à época da Universidade Jesuíta. A Química como disciplina não fazia parte dos programas lecionados naquela época na Universidade de Évora, mas eram incluídos conteúdos de química em disciplinas como Filosofia e Artes, constante na Ratio Studiorum (1599) que regulava o ensino jesuítico. O ensino ministrado na Universidade de Évora até à data de encerramento da própria Universidade (1759) foi, como o primeiro ensaio sugere, um ensino no qual as ciências físico-matemáticas não eram tão descuradas como se poderia pensar. Seguimos em busca da sala onde cem anos mais tarde, nos tempos em que este mesmo edifício albergava o Liceu de Évora, existiu o Gabinete de Física e Química. Aí, relembramos a imensidão da ardósia negra a cobrir a bancada, os móveis repletos de matérias e substâncias químicas e os instrumentos, testemunhos do papel já então atribuído ao ensino experimental da Química. O ensaio que se segue enquadra a criação do Liceu de Évora no âmbito nacional. Uma análise de documentos que fazem parte do acervo da biblioteca da Escola Secundária André de Gouveia (ESAG) e de outros seus contemporâneos permite-nos saborear um conjunto extraordinário de detalhes e respirar a vivência pedagógica no Liceu no período compreendido entre a sua criação (1841) e a década de 40 do século XX. Ficamos entretanto a saber, pelo terceiro ensaio, que o Liceu de Évora, sito no Colégio do Espírito Santo, não detém, no último quartel do século XIX, o monopólio do ensino da Física e da Química na cidade de Évora. Na Escola Normal de Évora, a primeira de 2ª classe em Portugal, instalada na antiga igreja de S. Pedro, e a funcionar desde 1884, foi também criado um Gabinete de Física e Química, circulando professores e ideias entre as duas instituições. Os dois ensaios que se seguem e que antecedem o Catálogo propriamente dito permitem a transição entre a evocação de momentos da história da Química, não já no contexto eborense mas universal, e os objetos científicos que deram vida ao Gabinete de Física e Química do Liceu de Évora. E vamos em busca desses objetos, hoje espólio da ESAG, e a atmosfera está completa. A magia dos manuais, dos documentos históricos, une-se aqui à riqueza dos instrumentos de medida, dos materiais de vidro usados na manipulação das substâncias e na transformação das mesmas… Não fosse a Chimica: a Arte de transformar a matéria! | por |
| dc.identifier.authorbook | nao | por |
| dc.identifier.authoremail | mconde@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | pcg@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | anao.rosado@gmail.com | |
| dc.identifier.authoremail | mtf@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | mjv@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | pjgm@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | tasf@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Antónia Fialho Conde, Cristina Galacho, Fernando Rosado, Margarida Figueiredo, Mariana Valente, Paulo Mendes & Teresa Ferreira, Chimica: a arte de transformar a matéria, Universidade de Évora, Évora, 2013 | por |
| dc.identifier.edicao | Universidade de Évora | |
| dc.identifier.editorbook | sim | por |
| dc.identifier.isbn | ISBN 978-989-8550-10-1 | |
| dc.identifier.location | Évora | |
| dc.identifier.numpag | 96 | |
| dc.identifier.sharewith | QUI-Publicações-Livros | por |
| dc.identifier.uri | http://www.chimica.uevora.pt/flash/html/chimica.html | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/9870 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidade de Évora | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Química | por |
| dc.subject | Objetos científicos | por |
| dc.subject | Catálogo | por |
| dc.subject | Exposição | por |
| dc.subject | Liceu de Évora | por |
| dc.title | Chimica: a arte de transformar a matéria | por |
| dc.type | book | por |