A Cultura do MIlho
| dc.contributor.author | Barros, José F. C. | |
| dc.contributor.author | Calado, José G. | |
| dc.date.accessioned | 2014-03-10T11:58:33Z | |
| dc.date.available | 2014-03-10T11:58:33Z | |
| dc.date.issued | 2014-03 | |
| dc.description.abstract | O milho (Zea mays L.) é uma espécie que pertence à família Gramineae/Poaceae, com origem no teosinto, Zea mays, subespécie mexicana (Zea mays ssp. mexicana (Schrader) Iltis, há mais de 8000 anos e que é cultivada em muitas partes do Mundo (Estados Unidos da América, República Popular da China, Índia, Brasil, França, Indonésia, África do Sul, etc.). A sua grande adaptabilidade, representada por variados genótipos, permite o seu cultivo desde o Equador até ao limite das terras temperadas e desde o nível do mar até altitudes superiores a 3600 metros, encontrando-se, assim, em climas tropicais, subtropicais e temperados. Esta planta tem como finalidade de utilização a alimentação humana e animal, devido às suas elevadas qualidades nutricionais, contendo quase todos os aminoácidos conhecidos, com excepção da lisina e do triptofano. No contexto agrícola português, o milho é uma das culturas arvenses mais importante, sendo a que mais explorações agrícolas envolve e segundo a Associação Nacional de Produtores de Milho e Sorgo desde 2006 tem ocupado uma área entre 130 a 150 mil hectares em todo o país. A área destinada à cultura pode aumentar, em consequência do acréscimo da área de regadio e, para a qual, contribuirá o projeto de Alqueva (Alentejo), tendo esta região de Portugal um grande potencial por explorar e, dependendo dos preços e políticas do mercado europeu e mundial, pode contribuir para um acréscimo na produção nacional, capaz de reduzir o volume das importações deste cereal. Atualmente, apesar do milho ser o cereal mais produzido em Portugal, o que se produz cobre pouco mais de 32 % das necessidades do mercado interno (Anuário Agrícola). O milho é uma cultura associada quer à produção de silagem a qual é de excelente qualidade, quer à produção de grão, afirmando-se atualmente como uma cultura com enorme potencialidade produtiva da agricultura portuguesa de regadio, tendo um contibuto importante para a vitalidade das economias regionais e nacional. A introdução de novas variedades melhor adaptadas às nossas condições edafo-climáticas, bem como práticas culturais mais adequadas (adubações, tratamentos fitossanitários, etc.) têm conduzido a um aumento significativo da produtividade da cultura no nosso país, estando os indicadores de produtividade entre os melhores a nível mundial. | por |
| dc.identifier.authoremail | jfcb@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | jcalado@uevora.pt | |
| dc.identifier.scientificarea | 584 | por |
| dc.identifier.sharewith | ICAAM (Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas) | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/10804 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Milho, | por |
| dc.subject | Técnicas Culturais | por |
| dc.title | A Cultura do MIlho | por |
| dc.type | other | por |
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| degois.publication.lastPage | 52 | por |
| degois.publication.location | Universidade de Évora | por |
| degois.publication.volume | 1 | por |