Cortisol fecal em ovinos: curva de excreção e estabilidade

dc.contributor.authorLina, Pulido
dc.contributor.authorPereira, Alfredo
dc.contributor.authorLongo, Luísa
dc.contributor.authorTitto, Cristiane
dc.contributor.authorTitto, Evaldo
dc.contributor.authorHooper, Henrique
dc.date.accessioned2018-03-19T17:45:09Z
dc.date.available2018-03-19T17:45:09Z
dc.date.embargo2017
dc.date.issued2017
dc.description.abstractObjetivou-se determinar a curva de excreção do cortisol fecal perante exposição a uma situação de estresse, correlacionando com concentrações de cortisol sanguíneo. Foram colhidas as fezes de seis fêmeas mestiças (Dorper x Santa Inês) durante 24 horas após a aplicação do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), além de colheitas de sangue realizadas antes da aplicação do ACTH (0,6 UI por kg PV, Porcine ACTH 1-24, Sigma, St. Louis, MO, USA), 60, 120 e 300 minutos depois. Os dados da curva de excreção foram analisados por ANOVA, bem como pela correlação entre os valores de cortisol sanguíneo, fecal e reatividade. Para avaliação das variáveis comportamentais foi realizada a transformação de escala dos dados para “arco-seno raiz de porcentagem”, procedendo-se à análise de variância com efeitos de dia (1, 2 e 3) com análise individual por animal. Os parâmetros de cortisol sanguíneo, frequência respiratória e temperatura retal foram analisados pelo teste t e correlação de Pearson. Todas as comparações de médias foram realizadas por teste F e teste t (PDIFF). A reatividade durante a colheita não exerceu efeito significativo sobre os valores de cortisol sanguíneo. Os valores de cortisol sanguíneo apresentaram médias maiores aos 60 minutos após a aplicação do ACTH e, após 300 minutos as ovelhas apresentaram níveis de cortisol considerados normais para ovinos sem estresse. Por outro lado, o pico de cortisol nas fezes foi verificado aproximadamente 10 a 12 horas após o pico de cortisol no sangue, não sendo verificadas diminuições significativas nas concentrações que indicassem o retorno aos níveis basais durante o período de 24 horas (P>0,05).por
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.citation1. PULIDO-RODRIGUEZ, L. F. ; PEREIRA, A. M. F. ; LONGO, A. L. S. ; TITTO, C. G. ; TITTO, E. A. L. ; HOOPER, H. B. . Cortisol fecal em ovinos: curva de excreção e estabilidade. In: VII - Congresso Brasileiro de Biometeorologia, Ambiência, Comportamento e Bem-estar Animal, 2017, Jaboticabal. VII - Congresso Brasileiro de Biometeorologia, Ambiência, Comportamento e Bem-estar Animal, 2017. p. 1-1.por
dc.identifier.doiDOI: 10.6084/m9.figshare.5188198por
dc.identifier.scientificarea379por
dc.identifier.urihttp://www.sbbiomet.org.br/anais
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/23049
dc.identifier.withinvitedoralpresentationnaopor
dc.identifier.withoralpresentationnaopor
dc.identifier.withpostersimpor
dc.language.isoporpor
dc.publisherSociedade Brasileira de Biometeorologiapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectcortisolpor
dc.subjectfezespor
dc.titleCortisol fecal em ovinos: curva de excreção e estabilidadepor
dc.typelecturepor

Files

Original bundle

Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
2017 sbbiomet_lina_pulido2017._358011498832558.pdf
Size:
529.42 KB
Format:
Adobe Portable Document Format

License bundle

Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
license.txt
Size:
3.89 KB
Format:
Item-specific license agreed upon to submission
Description: