Estrongilídeos gastrointestinais, Estação do ano e Condição Corporal: Qual a relação em Merinos criados no Montado Alentejano?
| dc.contributor.author | Braz, Maria | |
| dc.contributor.author | Felicio, Maria | |
| dc.contributor.author | Silva, Rafael | |
| dc.contributor.author | Lopes, Jordana | |
| dc.contributor.author | Ferreira, Joana | |
| dc.contributor.author | Caetano, Pedro | |
| dc.contributor.author | Lucena, Sonia | |
| dc.contributor.author | Travessa, Sandra | |
| dc.contributor.author | Perloiro, Tiago | |
| dc.contributor.author | Charneca, Rui | |
| dc.contributor.author | Bettencourt, Elisa | |
| dc.contributor.author | Padre, Ludovina | |
| dc.date.accessioned | 2026-02-06T15:51:02Z | |
| dc.date.available | 2026-02-06T15:51:02Z | |
| dc.date.issued | 2025-03 | |
| dc.description.abstract | Introdução e objetivos: As infeções por estrongilídeos gastrointestinais (EGI) em ovinos apresentam consequências que vão desde perda de peso, diminuição da produção de leite e lã até sinais clínicos compatíveis com anemia, gastrite e enterite com perda de proteínas. O montado alentejano possui características edafoclimáticas particulares, estando as raças autóctones como o Merino Branco e Merino Preto adaptadas aos sistemas de produção extensivo e de sequeiro. Os objetivos deste trabalho foram: avaliar a eliminação de ovos de EGI em fezes em duas estações do ano (seca e húmida) e relacionar as mesmas com a condição corporal de ovinos das raças Merino Branco e Preto. Metodologia e resultados: Foram recolhidas amostras de fezes (n=1376) e registada a condição corporal (CC, n=1417) em animais provenientes de 10 explorações de ovinos Merino Branco e Merino Preto para realização de coprologias (OPG, ovos/g). As amostras da estação seca foram recolhidas nos meses de outubro a novembro, e as amostras da estação húmida nos meses de janeiro a abril. A CC foi registada numa escala de 1 a 5. As coprologias foram realizadas pela técnica de McMaster modificada. A média da CC dos ovinos analisados na estação seca era de 2,96 e de 3,38 na estação húmida. A média de OPG na estação seca foi de 347,55 e de 208,92 na estação húmida. Foi realizado um modelo de regressão linear para analisar a relação entre OPG e CC nas duas colheitas. Na estação seca, a relação foi significativa (p = 0.001989), mas o R² ajustado de 0.04872 indica que apenas 4.87% da variação na CC é explicada por OPG. Na estação húmida, a relação foi mais forte (p = 1.76e-12), com R² ajustado de 0.07394, sugerindo que OPG explica 7.39% da variação na CC. Principais conclusões: Os resultados obtidos vão ao encontro de trabalhos anteriores que referem que altos níveis de eliminação de ovos de EGI podem afetar a CC dos animais. Contudo, essa correlação neste estudo foi mais evidente na estação húmida, o que sugere a existência de mais variáveis à alteração de CC dos animais, Em resumo, OPG tem um impacto significativo sobre CC nas duas colheitas, sendo mais evidente na segunda colheita. No entanto, a explicação da variação na CC por OPG é limitada, sugerindo que outras variáveis também desempenham um papel relevante na determinação da CC. Conhecer os níveis de eliminação de EGI na região do montado alentejano e nas raças autóctones é importante para poder desenvolver estratégias de controlo integrado destas infeções e transferir conhecimentos técnicos aos produtores da nossa região. | por |
| dc.description.sponsorship | Este trabalho foi financiado pelo Projeto SUMO: Sustentabilidade do Montado (PRR-C05-i03-I-000066), Investimento apoiado pelo PRR - Plano de Recuperação e Resiliência e pelos Fundos Europeus NextGeneration EU e por Fundos Nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia no âmbito do Projeto UIDB/05183/2020. | por |
| dc.identifier.authoremail | maria.braz@uevora.pt | |
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| dc.identifier.authoremail | joana.ferreira@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | pcaetano@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | slucena@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | sandra.travessa@uevora.pt | |
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| dc.identifier.authoremail | rmcc@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | emvb@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | lpadre@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Maria Braz, Maria Felício, Rafael Silva, Jordana Lopes, Joana Ferreira, Pedro Caetano, Sónia Lucena,Sandra Travessa, Tiago Perloiro, Rui Charneca, ElisaBettencourt, Ludovina Padre. Estrongilídeos gastrointestinais, Estação do ano e Condição Corporal: Qual a relação em Merinos criados no Montado Alentejano? Proceedings Book of the 16th International Conference of the Hospital Veterinário Muralha de Évora. RPCV (2025) 120 (627) 39. | por |
| dc.identifier.uri | https://spcv.pt/wp-content/uploads/2025/06/RPCV20251206274-53.pdf | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/40926 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | Revista Portuguesa de Ciências Veterinárias | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.title | Estrongilídeos gastrointestinais, Estação do ano e Condição Corporal: Qual a relação em Merinos criados no Montado Alentejano? | por |
| dc.type | article | por |