O Monangamba na poesia da Geração da Mensagem

dc.contributor.authorSeca, Hermenegildo Jorge Chaves
dc.contributor.authorGomes, Fernando
dc.contributor.editorSousa, Alcina
dc.contributor.editorNunes, Alexandra
dc.contributor.editorSilva, Ana Alexandra
dc.contributor.editorMarçalo, Maria João
dc.date.accessioned2026-01-15T14:59:12Z
dc.date.available2026-01-15T14:59:12Z
dc.date.issued2025-12-04
dc.description.abstractAs Artes, mormente as obras literárias, são o espelho da história de uma determinada sociedade. Nelas, os autores podem retratar os diversos episódios e fenómenos históricos sob diversas perspetivas e situações. Tal é o caso do Monangamba (isto é, o Contratado), sobre o qual se escreveu muito no decurso do século XX, tanto em ficção narrativa (como A Trilogia de Camaxilo – A Chaga, Terra Morta e Viragem –, de Castro Soromenho) quanto em poesia versificada, que constitui o corpus da nossa investigação. Neste artigo, pretendemos apresentar uma breve resenha histórica do surgimento do Monangamba na então colónia portuguesa de Angola, tendo como base os decretos publicados para a legislação desse tipo de trabalho, desde o século XIX até à segunda metade do século XX. São exemplo disso (1) a Lei do Trabalho, vinda a público em 1878, que apresentava os procedimentos para o contrato dos serviços dos trabalhadores indígenas; (2) a Lei do Trabalho Corretivo, publicada em 1899, que legislava o trabalho forçado por castigo; e (3) o Código de Trabalho, promulgado em 1911, que, entre outros, proibiu o recrutamento de mão-de-obra para empresas particulares. Em seguida, procedemos ao comentário de dez poemas pertencentes a um trio de escritores angolanos da denominada Geração da Mensagem (da segunda metade do século passado) – Agostinho Neto (4 textos: Velho Negro, Partida para o Contrato, Adeus à Hora da Largada e Quitandeira), António Jacinto (5 textos: Canção do Entardecer, Carta dum Contratado, Monangamba, Castigo p'ro Comboio Malandro e Poema da Alienação) e Mário Pinto de Andrade (1 texto: Muimbu ia Sabalu) – que fazem referência ao modo de vida do Monangamba nos aspetos psico-emocional, socioeconómico, cultural, entre outros.por
dc.identifier.authoremailhermenseca@gmail.com
dc.identifier.authoremailfgomes@uevora.pt
dc.identifier.isbn978-65-272-1875-3
dc.identifier.scientificarea617por
dc.identifier.urihttps://www.even3.com.br/anais/simelp2024/808416-o-monangamba-na-poesia-da-geracao-da-mensagem
dc.identifier.urihttps://www.even3.com.br/anais/simelp2024/
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/40434
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherEven 3por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectMonangambapor
dc.subjectcolonialismopor
dc.subjectAgostinho Netopor
dc.subjectAntónio Jacintopor
dc.subjectMário Pinto de Andradepor
dc.subjectContratopor
dc.titleO Monangamba na poesia da Geração da Mensagempor
dc.typearticlepor

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