Influência da morfologia do terreno nas características do solo em terrenos agrícolas do Alentejo – aplicação de classificações geomorfométricas.

dc.contributor.authorAlexandre, Carlos
dc.contributor.authorMarques da Silva, J. Rafael
dc.date.accessioned2013-09-05T15:16:31Z
dc.date.available2013-09-05T15:16:31Z
dc.date.issued2009-01
dc.description.abstractNeste artigo utiliza-se um Modelo de Elevação Digital (MED) para elaborar e comparar diferentes classificações da morfologia do terreno quanto ao seu potencial para a diferenciação da espessura e da textura do solo. As classificações baseiam-se em observações de campo (UTobs e PEobs-L) ou no cálculo de variáveis geomorfométricas num MED (UTx, UTx-L e PEx-L). Aplicam-se a uma área localizada a 80 km a Este de Évora, próximo de Terena, Alandroal, numa parcela cultivada com milho regado por rampa rotativa desde 1994 e com uma morfologia ondulada em que os declives variam entre 1% e 28%. Fez-se o levantamento topográfico baseado num sistema de posicionamento global, a elaboração de um MED e o cálculo de vários parâmetros geomorfométricos de âmbito local e regional. A amostragem do solo incidiu em dois blocos (A e B), segundo uma malha relativamente regular, recorrendo a uma sonda mecânica cilíndrica com 87 mm de diâmetro e 120 cm de profundidade. Os resultados da espessura do solo e da textura da camada 0-20 cm de 203 sondagens são usados para avaliar a homogeneidade e a diferenciação das unidades de terreno (UT) obtidas com as classificações morfológicas. Todas as classificações testadas se revelaram pouco eficientes a diferenciar os solos quanto à granulometria. Os resultados foram melhores na diferenciação das variáveis de espessura, em especial a profundidade máxima observada (PMX) e a profundidade até à camada R (PR), apresentandose as classificações pela seguinte sequência qualitativa: UTobs-L > PEobs-L > PEx-L. As classificações por observação de campo obtiveram melhores resultados, mas as classificações geomorfométricas baseadas em variáveis regionais (PEx-L) foram melhores que as baseadas em variáveis locais (UTx e UTx-L). No caso da espessura, a eliminação de UT < 100 m 2 melhorou sempre a resposta das classificações.por
dc.identifier.authoremailcal@uevora.pt
dc.identifier.authoremailjmsilva@uevora.pt
dc.identifier.citationAlexandre, C., Marques da Silva, J. R. 2009. Influência da morfologia do terreno nas características do solo em terrenos agrícolas do Alentejo – aplicação de classificações geomorfométricas. Revista de Ciências Agrárias Vol. 32, 1: 407-422.por
dc.identifier.scientificarea401por
dc.identifier.urihttp://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/rca/v32n1/v32n1a36.pdf
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/8716
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherSociedade de Ciências Agrárias de Portugalpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectSolopor
dc.subjectTopografiapor
dc.subjectGeomorfometriapor
dc.titleInfluência da morfologia do terreno nas características do solo em terrenos agrícolas do Alentejo – aplicação de classificações geomorfométricas.por
dc.typearticlepor

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