O Papel de Macau no Comércio Marítimo Chinês (sec. XVI-XVIII)

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Macau, de comunidade comercial, de início, passou a ser importante centro de política geral, base para a expansão e orientação religiosa. Comercialmente, estava na confluência dos interesses económicos ligados ao maior mercado do Oriente, a China, e a fonte mais desejada da prata, o Japão. Era o porto indispensável para a navegação portuguesa da Índia e de Malaca para a China e para o Japão, tendo que assegurar a regularidade dos fornecimentos da seda adquirida nas feiras de Cantão, para que a viagem para o Japão se processasse com normalidade, e dos abastecimentos, para que a viagem nos dois sentidos pudesse ter apoio logístico e técnico.

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COAUTORIA COM LEONOR DIAZ DE SEABRA: “O Papel de Macau no Comércio Marítimo Chinês (sec. XVI-XVIII)”, VII Fórum Internacional de Sinologia, Porto, ISCAP, 3 de Março de 2012.

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