Energia, ambiente, economia e olival no Alentejo. Estudo preliminar

dc.contributor.authorBaptista, F
dc.contributor.authorMurcho, D
dc.contributor.authorSilva, LL
dc.contributor.authorSilva, JR
dc.contributor.authorMarques, C
dc.contributor.authorDias, A
dc.contributor.authorPeça, JO
dc.contributor.authorSousa, A
dc.date.accessioned2013-08-19T15:02:27Z
dc.date.available2013-08-19T15:02:27Z
dc.date.issued2013-04-16
dc.description.abstractPrevê-se que o consumo de energia na agricultura irá aumentar significativamente nos próximos anos com a intensificação dos sistemas de produção. As melhorias na eficiência energética dos sistemas de produção estão relacionadas com a redução do uso de energia para um determinado serviço ou nível de actividade, ou a um aumento de produtividade para a mesma energia consumida. Os sistemas de produção agrícola estão muito dependentes de um consumo directo de energia (combustíveis), mas também de um consumo indirecto devido à energia gasta na produção de diversos factores de produção. Uma correcta avaliação de consumos energéticos deve considerar estas duas componentes. Neste trabalho analisaram-se 3 sistemas de produção do Olival (tradicional, intensivo e super-intensivo), uma das culturas mais importantes em Portugal. Para cada sistema de produção, calcularam-se os custos de capital e de operação das diferentes actividades, assim como os consumos energéticos (directos e indirectos) e o nível de emissões de gás com efeito estufa (GHG) traduzido em CO2eq. Verificou-se um acréscimo significativo de energia consumida, de produção de GHG e custos totais com a intensificação da produção. Mas também um aumento significativo da produção o que conduziu a um maior lucro para o agricultor. O sucesso da actividade agrícola está dependente do lucro, pelo que nesta cultura a tendência será caminhar para a intensificação. Deste modo será difícil diminuir o consumo de energia associado à produção do olival, mas será necessário aumentar a sua eficiência de utilização. Dado o elevado grau de mecanização dos sistemas intensivos, o aumento da eficiência energética na produção de azeitona no Alentejo terá de passar pela melhoria nas práticas de gestão culturais, no sentido de optimizar o uso das máquinas que lhes estão associadas. Ou ainda pela utilização de técnicas de agricultura de precisão numa tentativa de reduzir e optimizar a utilização de diferentes factores de produção, entre outras potenciais alternativas.por
dc.identifier.authoremailfb@uevora.pt
dc.identifier.authoremaildinam@uevora.pt
dc.identifier.authoremailllsilva@uevora.pt
dc.identifier.authoremailjmsilva@uevora.pt
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dc.identifier.authoremailadias@uevora.pt
dc.identifier.authoremailjmop@uevora.pt
dc.identifier.authoremailasousa@uevora.pt
dc.identifier.citationBaptista, F., Murcho, D., Silva, L.L., Silva, J.R., Marques, C., Dias, A., Peça, J.O., Sousa, A. (2013) Energia, ambiente, economia e olival no Alentejo. Estudo preliminar, in Actas do II Workshop (Bio) Energia, p. 116-123, 16 de Abril, Universidade de Évora, Évora. ISBN: 978-989-8550-13-2.por
dc.identifier.isbn978-989-8550-13-2
dc.identifier.scientificarea580por
dc.identifier.sharewithICAAMpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/8670
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherUniversidade de Évorapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjecteficiência energéticapor
dc.subjectolival intensivopor
dc.subjectconsumo de energiapor
dc.subjectgases de efeito de estufapor
dc.subjectcustos de produção.por
dc.titleEnergia, ambiente, economia e olival no Alentejo. Estudo preliminarpor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage116por
degois.publication.lastPage123por
degois.publication.locationUniversidade de Évora, Évorapor
degois.publication.titleII Workshop de Bio(Energia)por

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