Arte e Diplomacia no final do Antigo Regime: as Coleções do Conde da Barca e do Marquês de Marialva na sua Ação Diplomática ao Serviço de Portugal

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Caleidoscópio

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No Antigo Regime, devido à fluidez das fronteiras entre a vida privada e a oficial e o incipiente processo da sua profissionalização, os agentes diplomáticos colocavam os seus próprios recursos ao serviço da representação de seus reis. Neste contexto, a partir de obras e documentos, veremos como as coleções de arte dois diplomatas portugueses, António de Araújo de Azevedo (1754–1817), Conde da Barca, e D. Pedro Joaquim José Vito de Meneses Coutinho (c. 1775–1823), 6º Marquês de Marialva, não apenas expressavam os seus gostos pessoais, mas serviam como instrumentos de relações exteriores, facilitando a sua inserção em diferentes cortes.

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Telles, Patricia D.; Rodrigues, Paulo Simões (2020). Arte e Diplomacia no final do Antigo Regime: as Coleções do Conde da Barca e do Marquês de Marialva na sua Ação Diplomática ao Serviço de Portugal. Neto, Maria João; Malta, Mariza (eds.), Coleções de Arte em Portugal e Brasil nos séculos XIX e XX. Coleções Reais e Coleções Oficiais. Lisboa: Caleidoscópio, p. 25-36.

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