PERCEPÇÃO AMBIENTAL SOBRE OS CHARCOS TEMPORÁRIOS DA COSTA SUDOESTE DE PORTUGAL
| dc.contributor.author | Baião, Cristina | |
| dc.contributor.author | Pinto-Cruz, Carla | |
| dc.contributor.author | Melo, Natália | |
| dc.date.accessioned | 2017-01-31T15:21:48Z | |
| dc.date.available | 2017-01-31T15:21:48Z | |
| dc.date.issued | 2015-09 | |
| dc.description.abstract | O Sítio de Importância Comunitária da Costa Sudoeste de Portugal alberga 49 habitats naturais e seminaturais, 25% considerados prioritários. A ocupação e uso do solo estão a ameaçar valores paisagísticos e ecológicos nesta área protegida. As principais causas de degradação ambiental são a intensificação agrícola e o crescimento turístico. Os Charcos Temporários Mediterrânicos estão legalmente protegidos, mas cerca de 50% desapareceram em 18 anos. Apesar de haver bons estudos sobre as ameaças e os impactos na biodiversidade associada aos charcos temporários, nenhum ilustra a perceção ambiental da população. Foram realizados questionários e entrevistas a quatro públicos-alvo (população local, turistas, agricultores e administradores) nos concelhos de Odemira e Vila do Bispo. Existem diferenças na perceção destes públicos no que respeita a valoração do habitat como recurso natural. No concelho de Odemira valora-se os charcos temporários pela utilidade que podem ter nas atividades agrícolas tradicionais. Em Vila do Bispo, valora-se mais o uso turístico. Turistas estrangeiros dão mais valor à conservação do que turistas nacionais. Os agricultores valoram os charcos temporários consoante a localização destes no terreno. Se a sua presença não interferir com a produção, são considerados mais-valias, mas se reduzirem a rentabilidade da exploração, serão pontos de conflito com a gestão da área protegida. Os administradores valoram o habitat por ser um elemento diferenciador do território e reconhecem a sua potencialidade para o turismo de natureza. São propostas ações de sensibilização para a conservação dos charcos temporários e minimização dos conflitos existentes entre desenvolvimento local, gestão e conservação deste habitat. | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | ccruz@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | Cristina Baião, Carla Pinto-Cruz, Natália Melo (2015). Percepção Ambiental sobre os charcos Temporários da Costa Sudoeste de Portugal. XVI Encontro Nacional de Educação em Ciências. Livro de Resumos:413-417. | por |
| dc.identifier.scientificarea | 221 | por |
| dc.identifier.sharewith | ICAAM | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/20518 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | Universidade de Lisboa | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Charcos Temporários | por |
| dc.subject | Perceção Ambiental | por |
| dc.subject | Sensibilização Ambiental | por |
| dc.subject | Costa Sudoeste | por |
| dc.title | PERCEPÇÃO AMBIENTAL SOBRE OS CHARCOS TEMPORÁRIOS DA COSTA SUDOESTE DE PORTUGAL | por |
| dc.type | article | por |
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