OS MÉTODOS E TÉCNICAS DE ESTUDO DA ECOLOGIA DA PAISAGEM. O CASO DO ALENTEJO – PORTUGAL

Abstract

Faz-se uma breve referência à biogeografia de Portugal, com relevância às regiões (bioclimas, tipos de solos particulares, elementos florísticos, catenas e andares de vegetação com territórios climácicos próprios), províncias e subprovíncias (catenas, andares de vegetação e domínios climácicos únicos). Serão apresentados e exemplificados os seguintes conceitos: 1. A comunidade no espaço (flora, vegetação e fitocenose / comunidade vegetal). 2. Os critérios de definição de comunidade vegetal (composição florística, relação entre as espécies vegetais e o habitat, …) e fisionomia homogénea. 3. A identificação de características edáficas de acordo com a vegetação natural. 4. As fronteiras, zonas de transição (tipos) e ecótonos. 5. A sucessão ecológica: conceito e dinâmica característica, essencial das comunidades vegetais. a) Mecanismos da sucessão (nudação, migração, excese, reação, competição e estabilização). b) Tipos de sucessão ecológica: progressiva, regressiva, primária, secundária, alógena e autógena. c) Etapas: iniciais, intermédias e finais. d) Fases: conceito e dinâmica interna de um agrupamento vegetal (exemplos). e) Séries: conceito e tipos (edafo-higrófilas, climatófilas e edafoxerófilas). f) Clímax: conceito e tipos: subclímax ou clímax edáfico, paraclímax, pré-clímax ou pleisoclímax e monoclímax. g) Catenas de vegetação: conceito e exemplos. h) Geosséries de vegetação ou geosigmetum: conceito e exemplos. i) Comunidade permanente: conceito e exemplos. 6. As diferentes metodologias de análise de vegetação com vocabulário e conceitos próprios.

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