La administración de los patrimonios de las grandes casas aristocráticas en el Portugal del Antiguo Régimen

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Mandalay Ediciones

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O tópico dos patrimónios aristocráticos e das suas modalidades de gestão suscitou já numerosos estudos, nomeadamente para a Inglaterra e para a coroa de Castela, onde grandes casas se prolongaram com notória vitalidade ao século XIX. Dentro desta literatura, procura-se identificar alterações nas formas de exploração e administração dos patrimónios nobiliárquicos ocorridas no período moderno que expliquem tal persistência. Como já se constatou noutros estudos, o caso da aristocracia portuguesa contradiz muitas das tendências assinaladas para os casos acima referidos. Retomando dados e conclusões já conhecidos para o período 1640-1834, este estudo oferece um balanço das principais características patrimoniais do grupo e das suas estratégias de gestão. Acrescenta também novos dados quantitativos para o corte cronológico de 1570 a 1640, que permitem recuar a dependência das grandes casas relativamente à coroa e às suas doações ao século XVI.

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Monteiro, Nuno, Salvado, João Paulo, “La administración de los patrimonios de las grandes casas aristocráticas en el Portugal del Antiguo Régimen” in Familia y Economía en los Territorios de la Monarquía Hispánica (ss. XVI-XVIII), Raúl Molina Recio org., Badajoz, Mandalay Ediciones, 2014, pp. 241-264.

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