Aerobiologia do pólen de Olea europaea L. em Portugal Continental

dc.contributor.authorCaeiro, E.
dc.contributor.authorR. Ferro
dc.contributor.authorBrandao, R. M.
dc.contributor.authorTrindade, Costa
dc.contributor.authorLopes, M.L.
dc.contributor.authorGaspar, A.
dc.contributor.authorNunes, C.
dc.contributor.authorTodo-Bom, A.
dc.contributor.authorOliveira, J.F.
dc.contributor.authorMario Morais-Almeida
dc.date.accessioned2013-01-23T11:05:23Z
dc.date.available2013-01-23T11:05:23Z
dc.date.issued2012
dc.date.updated2013-01-16T19:07:47Z
dc.description.abstractIntrodução: O pólen de oliveira (Olea europaea L.) constitui uma das fontes de aeroalergenos mais importantes na Europa Mediterrânica e em Portugal. Objectivos: Analisar a aerobiologia do pólen de Olea em Portugal Continental. Métodos: No estudo utilizaram-se os dados horários e diários das monitorizações de pólen de Olea efetuadas entre 2002 e 2012 de cinco estações de monitorização continentais da Rede Portuguesa de Aerobiologia - RPA: Porto, Coimbra, Lisboa, Évora e Portimão. Resultados: O pólen de Olea encontra-se bem representado no espectro polínico da atmosfera de Portugal: 4% Porto, 14% Coimbra, 12% Lisboa, 9% Évora e 36% Portimão. Entre as localidades encontraram-se diferenças estatisticamente significativas (p <0,05) quanto aos índices polínicos, características da estação de pólen atmosférico principal - EPAP (inicio, duração, término, data do pico polínico, valor do pico) e curvas horárias. Porto e Coimbra revelaram os níveis polínicos mais baixos, 465 e 2.178 grãos de pólen/ m3/ ano, respectivamente, e Portimão, os mais elevados, 14.149 grãos de pólen/ m3/ ano. Em Lisboa e Portimão, a EPAP iniciou-se em Abril, e nas restantes, em Maio; em todas as localidades, em meados de Junho a EPAP já tinha terminado. O pólen de Olea apresentou uma EPAP bastante curta com um mínimo em Coimbra (29 ± 8 dias) e um máximo em Lisboa (42 ± 9 dias). A curva polinica caracterizou-se por no início apresentar um rápido aumento das concentrações atingindo rapidamente a concentração máxima absoluta e, em seguida, por uma descida acentuada das concentrações. O pico foi mais precoce em Lisboa e Portimão, no início de Maio, e mais tardio nas outras estações, após meados de Maio em Évora, e no final de Maio no Porto e Coimbra. As concentrações mais elevadas observaram-se no Sul do País, particularmente no Algarve, e as mais baixas no Norte. As regiões do Sul apresentaram um maior número de dias com concentrações >200 grãos de pólen/ m3. Detectou-se a presença de pólen na atmosfera ao longo de todo o dia, em que as concentrações horárias foram homogéneas no Norte, Porto, e heterogéneas nas restantes localidades, onde as mais elevadas registaram-se durante as horas de sol. Conclusões: A aerobiologia do pólen de Olea diferiu entre as localidades devido ao diferente grau de abundância desta árvore nas localidades e proximidades, e às diferentes condições ambientais. O grau de exposição e risco variou de ano para ano, de região para região, sendo maior nas regiões do Sul do País.por
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dc.identifier.citationCaeiro, E.; R. Ferro; Brandao, R. M.; Trindade, Costa; Lopes, M.L.; Gaspar, A.; Nunes, C.; Todo-Bom, A.; Oliveira, J.F.; Mario Morais-Almeida. Aerobiologia do pólen de Olea europaea L. em Portugal Continental, Trabalho apresentado em XXXIII Reuniao Anual da SPAIC, In Rev. Port. Alergol. Imunol. Clinica, Fatima, 2012.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/7645
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dc.language.isoporpor
dc.publisherSoc. Port. Alergol. Imunol. Clinicapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectpollenpor
dc.subjectaerobiologypor
dc.subjectportugalpor
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dc.subjectPortuguese Aerobiological Networkpor
dc.titleAerobiologia do pólen de Olea europaea L. em Portugal Continentalpor
dc.typearticlepor

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