Actividade antioxidante de complexos proteína-polissacárido produzidos em culturas de Pleurotus ostreatus

dc.contributor.authorMartins, M. Rosário
dc.contributor.authorCaldeira, A. Teresa
dc.contributor.authorSalvador, Cátia
dc.contributor.authorTerasso, A.
dc.contributor.authorKarmali, Amin
dc.contributor.authorCandeias, M. Fátima
dc.contributor.authorArteiro, J. M.
dc.contributor.editorVanaclocha, Bernat
dc.contributor.editorFolcará, Salvador
dc.date.accessioned2012-12-08T02:26:50Z
dc.date.available2012-12-08T02:26:50Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractDiversas espécies de cogumelos comestíveis têm sido referidas como fonte de compostos, nomeadamente complexos proteína-polissacárido, com propriedades terapêuticas. Neste trabalho efectuaram-se culturas de Pleurotus ostreatus em meio líquido e avaliou-se o perfil de produção de complexos proteína-polissacárido extra e intracelulares (EPS e IPS) utilizando diversas fontes de carbono: glucose, sacarose, maltose, manitol, beterraba e repiso de tomate, durante 14 dias de cultura. A concentração de IPS e EPS produzida nestas culturas variou entre 127 e 444 mg L-1 respectivamente. Todas as culturas de P.ostreatus produziram compostos com actividade antioxidante avaliada pelo método do DPPH, no entanto, as culturas contendo beterraba e repiso de tomate como fontes de carbono foram as que produziram maior quantidade destes compostos (inibição >45% para EPS e >22% para IPS). Os extractos de EPS e IPS das culturas em repiso de tomate e beterraba foram também os que apresentaram valores mais elevados de SOD, seguidos das culturas em glucose. As propriedades antioxidantes observadas nas culturas de P. ostreatus sugerem que culturas submersas deste Basidiomycete poderão ser uma importante fonte de compostos bioactivos com potencial valor medicinal. Este processo permite também valorizar a utilização de resíduos agro-industriais, com um baixo custo e elevada produção. As diferentes concentrações de EPS e IPS produzidas nas culturas de tomate e beterraba sugerem que esta estirpe de P. ostreatus pode produzir diferentes complexos, pelo que estudos futuros serão realizados no sentido de isolar e identificar estes diferentes compostos e avaliar outras propriedades biológicas, nomeadamente antitumorais. Agradecimentos: Este trabalho foi financiado pelo projecto PTDC/AGR-AAM/74526/2006 da FCTpor
dc.identifier.authoremailmrm@uevora.pt
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dc.identifier.citationMartins, M.R., Caldeira, A.T.,Salvador,C., Terraço, A.P., Karmali, A., Arteiro, J.S., Candeias, M. F. (2009). Actividade antioxidante de complexos proteína-polissacárido produzidos em culturas de Pleurotus ostreatus. Revista de Fitoterapia, 9(S1): 139.por
dc.identifier.issn1576-0952
dc.identifier.revistaRevista de Fitoterapia
dc.identifier.scientificarea303por
dc.identifier.sharewithICAAM, CQEpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/6725
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherSociedad Española de Fitoterapia (SEFIT) e Sociedade Portuguesa de Fitoquímica y Fitoterapia (SPFito)por
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectPleurotus ostreatuspor
dc.subjectActividade antioxidantepor
dc.subjectcomplexos proteína-polissacáridopor
dc.titleActividade antioxidante de complexos proteína-polissacárido produzidos em culturas de Pleurotus ostreatuspor
dc.typearticlepor
degois.publication.titleRevista de Fitoterapiapor

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