Formação do Solo - Processos de Meteorização
| dc.contributor.author | Sampaio, Elsa | |
| dc.date.accessioned | 2012-01-30T12:36:25Z | |
| dc.date.available | 2012-01-30T12:36:25Z | |
| dc.date.issued | 2011 | |
| dc.description.abstract | Quando se procura entender as razões das diferenças e da diversidade dos solos é indispensável analisar quais são os factores que influem na sua formação e evolução. Para entender a formação do solo é indispensável considerar não só os fenómenos que ocorrem no próprio perfil mas que, de um modo geral, o solo é o resultado de um balanço entre processos de formação e processos de degradação, como é o caso da erosão, entre muitos outros. À medida que se aproximam da superfície do planeta, as rochas vão procurando adaptar-se às condições existentes à superfície, onde as pressões baixas, as temperaturas baixas e variáveis e a abundância de água, contrastam de um modo geralmente bastante drástico com as condições que presidiram à génese dessas mesmas rochas. A meteorização é, então, o processo pelo qual as rochas se fragmentam e adaptam à superfície da Terra, de forma a procurarem um equilíbrio estável à superfície. Há dois tipos fundamentais de meteorização: a física e a química. Na meteorização física os produtos resultantes deste processo apresentam a mesma composição química da rocha original, ocorrendo apenas uma acção mecânica, que leva à facturação das rochas em fragmentos mais pequenos. Os mecanismos mais importantes são: Fissuração e Desagregação. Na meteorização química, os produtos resultantes deste processo apresentam uma composição química diferente da das rochas originais, o que é devido a terem ocorrido reacções químicas entre a rocha e os elementos da atmosfera. Em todo este processo, a água vai ser o agente principal. Assim, o grau de meteorização química vai depender da taxa de precipitação. À medida que se vai dando a meteorização de uma rocha, os produtos resultantes vão formando uma capa que é o chamado rególito, o qual pode ter uma espessura de alguns milímetros até centenas de metros, dependendo principalmente do tipo de clima. | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | Sampaio, E. 2011, Formação do Solo -Processos de Meteorização, pp.19, Évora | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/4516 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidade de Évora | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | meteorização física | por |
| dc.subject | meteorização química | por |
| dc.title | Formação do Solo - Processos de Meteorização | por |
| dc.type | other |