Stressado(a) eu?: percepções de stress ocupacional em profissionais de saúde: estudo numa instituição hospitalar do Alentejo
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Universidade de Évora
Abstract
As novas formas de organização do trabalho originam desgaste profissional.
Frequentemente, os profissionais de saúde encontram-se expostos a situações de
stress, no entanto, alguns parecem subsistir melhor do que outros, às dificuldades do
quotidiano profissional. Tendo em conta a relativa escassez de estudos publicados em
Portugal, pretende-se clarificar a importância que algumas variáveis demográficas,
organizacionais e extrínsecas ao trabalho poderão ter nas experiências de stress
ocupacional de 201 profissionais de saúde de uma instituição hospitalar. A análise dos
dados foi realizada através do SPSS. Os resultados indicam que, na sua maioria,
estes profissionais consideram que a sua profissão lhes proporciona moderado a
bastante stress, variando este, consoante o horário de trabalho e a situação
contratual. Concluímos também que o stress ocupacional relaciona-se com o spillover
positivo trabalho-família e família-trabalho; ABSTRACT:The new forms of work organization originate professional detrition. Often, health
professionals are exposed to stress, however, some seem to survive better than
others, the difficulties of everyday work. Given the relative shortage of published
studies in Portugal, it’s intended clarify the importance that some demographic,
organizational and extrinsic work variables may have in the occupational stress
experiences of 201 health professionals at a hospital institution. Data analysis was
realized using SPSS. The results indicate that the majority of these professionals feels
that their work gives them a moderate stress and quite stress, depending on the type of
working hours and contractual status. We also conclued that occupational stress is
related to the positive spillover work-family and family-work.