”Os exércitos e as mulheres: Inquérito sobre a banalidade duma tragédia”
| dc.contributor.author | Santos, José Rodrigues dos | |
| dc.date.accessioned | 2024-02-06T09:34:07Z | |
| dc.date.available | 2024-02-06T09:34:07Z | |
| dc.date.issued | 2013-05 | |
| dc.description.abstract | Sendo as sociedades onde surgem os exércitos formadas por homens e mulheres, seria impossível que as instituições militares pudessem existir sem que estabeleça uma densa rede de relações entre elas e as pessoas dos dois sexos. Formados, desde as mais altas épocas e até a Idade Contemporânea, quase exclusivamente por homens, os exércitos criam uma profunda dissimetria estrutural entre a instituição militar e o resto da sociedade, que se repercute nas relações entre os dois sectores. A mais óbvia e, na nossa óptica, a mais fundamental assimetria concerne ao sexo enquanto necessidade básica, às modalidades do seu exercício ou satisfação, e às consequências da segregação dos corpos masculinos em relação à restante sociedade. As duas primeiras vertentes (separação mono-sexual e exclusão do sexo dentro dos exércitos) estão ligadas: na realidade, ao formar exércitos apenas com homens, neutraliza-se, por assim dizer, a variável sexo. A proibição da actividade sexual nos exércitos é corolário da precedente: por hipótese, onde há apenas homens, não há actividade sexual entre eles, sendo a homossexualidade um tabu oficial absoluto. Mas sendo esta hipótese repetidamente desmentida pela evidência dos factos, por um lado, e posta em causa pelas mudanças nos sistemas de valores, por outro, é sobretudo a integração de mulheres nos exércitos que vem revelar a que ponto a continuidade entre sexo e violência - nomeadamente contra as mulheres - é uma constante, mesmo nos exércitos contemporâneos de nações democráticas. Mas só abordaremos esta questão depois do estudo da logística – técnica neutra em si - do sexo. | por |
| dc.identifier.authoremail | jsantos@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | José Rodrigues dos Santos 2013. Os exércitos e as mulheres: Inquérito sobre a banalidade duma tragédia. Revista Militar, 2013-10-30: 527-543 | por |
| dc.identifier.doi | ISSN: 0873-7630 | por |
| dc.identifier.scientificarea | 602 | por |
| dc.identifier.uri | https://www.revistamilitar.pt/artigo/830 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/36234 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | Revista Militar | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Mulheres | por |
| dc.subject | Exército | por |
| dc.subject | Violência | por |
| dc.subject | Género | por |
| dc.subject | Women | por |
| dc.subject | Militar | por |
| dc.subject | Military | por |
| dc.subject | Gender | por |
| dc.title | ”Os exércitos e as mulheres: Inquérito sobre a banalidade duma tragédia” | por |
| dc.type | article | por |
| degois.publication.location | Lisboa | por |
| degois.publication.title | Revista Militar | por |