Sementeira directa em Portugal: Causas frequentes para o insucesso
| dc.contributor.author | Carvalho, Mário | |
| dc.contributor.author | Freixial, Ricardo | |
| dc.date.accessioned | 2014-10-06T16:47:44Z | |
| dc.date.available | 2014-10-06T16:47:44Z | |
| dc.date.issued | 2014 | |
| dc.description.abstract | A agricultura de conservação é muito mais do que semear sem mobilizar o solo. Em primeiro lugar, é preciso articular os três pilares em que se baseia o sistema: sementeira directa, rotação e resíduos das culturas. No início, é preciso corrigir eventuais problemas que o solo apresente, quer sejam de compactação em profundidade, quer sejam de irregularidades na superfície. É preciso planificar a evolução do sistema, particularmente em solos mais difíceis (com problemas de drenagem) iniciando o sistema por culturas melhoradoras. Estas devem apresentar um sistema radicular abundante e fasciculado, tolerância ao encharcamento e permitir sementeiras quando o teor de humidade do solo é baixo (cedo no outono ou tarde na primavera). A data de colheita é também importante nesta fase do processo, uma vez que deve ser feita com baixos teores de humidade do solo, ajustando para o efeito o ciclo das culturas e a sua data de sementeira. Uma vez iniciado o sistema, a gestão da compactação do solo é crucial, pelo que a pressão exercida sobre o terreno deve ser mínima e, em sistemas agropecuários, o pastoreio dos animais nas folhas de culturas fica interdito em situações de solo húmido. A monda de pré-sementeira é imprescindível sempre que existam infestantes nascidas no momento da sementeira, independentemente da cultura a semear. A execução desta monda, assim como a regulação do semeador, exigem cuidados especiais, que devem ser dominados pelos operadores. Finalmente, a virtude de saber esperar. O facto da sementeira directa permitir trabalhar com elevados teores de humidade, não significa que se deva fazê-lo e, em muitas circunstâncias, é preferível deslocar a operação de sementeira para um momento mais favorável. | por |
| dc.identifier.authoremail | mjc@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | rmc@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Carvalho, M. e Freixial, R. (2014) Sementeira directa em Portugal: Causas frequentes para o insucesso. Agrotec, 12: 34-39. | por |
| dc.identifier.scientificarea | 577 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/11546 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.title | Sementeira directa em Portugal: Causas frequentes para o insucesso | por |
| dc.type | article | por |