Importância da conservação da biodiversidade e a ameaça de invasões biológicas: caso de estudo de Cabeção (Portugal continental)

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Sertão e Cultura

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De acordo com Rivas-Martínez (2011), Costa et al. (2012) e Mucina et al. (2016), os bosques ribeirinhos no sudoeste da Europa podem ser classificados em duas classes de vegetação: Alnetea glutinosae e Salici purpureae-Populetea nigrae. A primeira abrange florestas de pântanos e turfeiras de Alnus glutinosa ou A. lusitânica e Salix atrocinerea, presentes em margens frequentemente inundadas por águas lênticas distróficas da Lusitânia Costeira e da Província da Andaluzia Ocidental. As zonas ribeirinhas são reconhecidas como alguns dos habitats mais diversos, dinâmicos e complexos do planeta. No entanto, a globalização e atividades humanas facilitam a introdução de espécies não nativas, ameaçando a biodiversidade. O controle de espécies invasoras é fundamental, destacando estratégias inovadoras para o processo. A integração entre conservação e controle de invasoras é vital para a resiliência desses ambientes. A estabilidade dessas áreas é mantida pela vegetação ripícola, essencial como refúgio para a vida aquática e terrestre, o que se torna visível na Zona Especial de Conservação (ZEC) de Cabeção (sul de Portugal continental) na conservação de espécies e ecossistemas, em que a sua integração eficaz.

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Ornelas R. & Ribeiro S. 2024. Importância da conservação da biodiversidade e a ameaça de invasões biológicas: caso de estudo de Cabeção (Portugal continental). In book Lima E., Sobrinho J. & Pereira M (editores): Entre Florestas e Oceanos: diálogos naturais luso-brasileirosPublisher: 155-167. SERTÃOCULT. ISBN: 978-65-5421-154-3 – papel. ISBN: 978-65-5421-155-0 - E-book. Doi: 10.35260/54211550-2024

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