Das Theater verläßt den Hof

dc.contributor.authorAlves Pereira, Paulo
dc.contributor.editorBaum, Richard
dc.contributor.editorDinis, António
dc.date.accessioned2012-06-22T17:09:10Z
dc.date.available2012-06-22T17:09:10Z
dc.date.issued2003
dc.description.abstractApós terem feito furor na Corte, os seus autos são representados nas ruas, nas praças e nas esquinas. A popularidade que o teatro de Gil Vicente goza tanto na Corte, como junto da população, desperta muitos 'imitadores'. Também não é difícil de pensarmos que alguns desses autos alcançaram o vasto público da rua e passaram a fazer parte de grupos de comediantes itenerantes. Pelo menos a notícia desta praxis chega-nos através da peça "El-Rei Seleuco" de Camões, bem como do "Auto da natural invenção" de Ribeiro do Chiado. Se de facto isto corresponde à verdade, poder-se-ía assim explicar, porque razão o chamado modelo vicentino iria perdurar mais de um século. Este capítulo procura pois confrontar-nos com a herança do teatro vicentino e com o alastramento da sua popularidade na sociedade portuguesa do século 16. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Aus Sicht der Kultur des 16. Jahrhunderts hat Gil Vicente sein Werk nicht in einer vom Mittelalter ererbten Gußform geplant und gestaltet. Er ist eher ein den kommenden Erneuerungen gegenüber hoffnungsvoller offner Geist. Schritt für Schritt begleitet er diese neue Zeit und die Entwicklung, die sich langsam in Portugal abzeichnet. Sowohl das 'Echo' aus dem übrigen Europa als auch die 'Neuheiten' und die neuen Probleme, die mit der Seefahrt entstehen, werden in seinen Stücken Objekt der Auseinandersetzung. ER ist weder mittelalterlich im Sinne von Konservantismus, noch jemand, der sich der Innovation ausliefert. Von der Renaissance nimmt er den Glanz und das Ungestüm, bevorzugt in seinen Komödien jedoch eine dem Volk verständlichere Sprache als die gedrechselten Dialoge des neuen Theaters. Er bleibt zwischen zwei Ufern, aber immer frei, voller Leichtigkeit, natürlich und insbesondere menschlich.por
dc.identifier.authoremailpaulo-pereira@web.de
dc.identifier.capituloV. 4º.: Das Theater verläßt den Hof
dc.identifier.citationAlves Pereira, Paulo, (2003): "Das Theater verläßt den Hof", in Lusophonie in Geschichte und Gegenwart, editores Richard Baum e António Dinis, Bonn, Romanistischer Verlag, pp. 289-300.por
dc.identifier.edicao1ª.
dc.identifier.isbn3-86143-145-9
dc.identifier.locationBona
dc.identifier.numpag11
dc.identifier.scientificarea203por
dc.identifier.sharewithDAC, CIEP, CHAIApor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/5164
dc.identifier.volume151
dc.language.isodeupor
dc.publisherRomanistischer Verlagpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectGil Vicentepor
dc.subjectTeatro Vicentinopor
dc.subjectEscola Vicentinapor
dc.subjectChiadopor
dc.subjectLiteratura Popularpor
dc.subjectAutopor
dc.subjectTradição oralpor
dc.subjectAutos Sacraispor
dc.subjectsimbologia vicentinapor
dc.titleDas Theater verläßt den Hofpor
dc.typebookPartpor
degois.publication.firstPage289por
degois.publication.issue1ª.por
degois.publication.lastPage301por
degois.publication.locationBonapor
degois.publication.title(capítulo de livro) in "Lusophonie in Geschichte und Gegenwartpor
degois.publication.volume151por

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