Procesos de mediación artística y sociotecnológica en la cocreación de sistemas comunicativos locativos disruptivos y comunitarios

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Universidade de Évora

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Esta investigación se centra en las prácticas artísticas con medios locativos disruptivas con los sistemas mediáticos y sociotecnológicos corporativos hegemónicos basados en la ubicación. Algunas de ellas abren críticamente y transparentan el aparato locativo; otras intervienen sus protocolos, estructuras de poder o infraestructuras; otras generan alternativas. Atendemos de manera especial a las que median en la cocreación de sistemas comunicativos locativos comunitarios bottom-up entre pares. Nuestro objetivo es analizar el potencial contrahegemónico de estas obras a través del análisis de aspectos estéticos, narrativos, metodológicos, sociotecnológicos y de posicionamiento político, particularmente en relación con los comunes. Para ello partimos de nuestra experiencia en dos espacios de cocreación transdisciplinar con medios locativos, Constelaciones (2011) y Montenoso (2012). A través de una etnografía digital abrimos estos y otros trabajos clave en este ámbito, así como su arqueología dentro del media art. Se trata de prácticas artísticas con fuertes implicaciones éticas con respecto al origen y desarrollo militar-industrial de las tecnologías que utilizan. Llevan también implícitos cuestionamientos con respecto a dinámicas de (des)territorialización de los medios propias de los medios móviles. Al impulsar experiencias sociales y dialógicas enfrentan tensiones entre la autonomía y el compromiso político con el contexto, al que están ligadas en tanto que obras performativas, interactivas, participativas y locativas. Consideramos que su potencialidad contrahegemónica se encuentra en el impulso de procesos de mediación transdisciplinar entre las prácticas de media art activistas o comunitarias, los movimientos mediáticos contrahegemónicos, los movimientos tecnológicos tácticos o hacktivistas y los movimientos sociales comunitarios. Una intersección que urge sellar ante la complejidad en ascenso de las relaciones corporales, sociales, espaciales y tecnológicas que deben enfrentar los sistemas mediáticos contrahegemónicos basados en la ubicación por venir; RESUMO: Processos de mediação artística e sociotecnológica na cocriação de sistemas comunicativos locativos disruptivos e comunitários Esta investigação enfoca práticas artísticas com mídias locativas disruptivas com as mídias corporativas hegemônicas e sistemas sociotecnológicos baseados na localização. Alguns deles abrem e revelam criticamente o aparato locativo; outros intervêm em seus protocolos, estruturas de poder ou infraestruturas; outros geram alternativas a estes. Atendemos de maneira especial aqueles que atuam como mediadores na cocriação de sistemas de comunicação locativa de comunidades bottom-up entre pares. Nosso objetivo é analisar o potencial contra-hegemônico dessas obras por meio da análise de aspectos estéticos, narrativos, metodológicos, sociotecnológicos e de posicionamento político, particularmente em relação aos comums. Para isso partimos de nossa experiência em dois espaços de cocriação transdisciplinar com mídias locativas, Constelaciones (2011) e Montenoso (2012). Através de uma etnografia digital abrimos estes e outros trabalhos fundamentais nesta área, bem como a sua arqueologia dentro da media art. São práticas artísticas com fortes implicações éticas quanto à origem e desenvolvimento militar-industrial das tecnologias que utilizam. Eles também carregam questões implícitas sobre a dinâmica de (des)territorialização da mídia próprias das mídias móveis. Ao promover experiências sociais e dialógicas, enfrentam tensões entre autonomia e compromisso político com o contexto, ao qual se vinculam como obras performativas, interativas, participativas e locativas. Consideramos que seu potencial contra-hegemônico reside na promoção de processos de mediação transdisciplinar entre práticas de arte midiática ativista ou comunitária, movimentos midiáticos contra-hegemônicos, movimentos tecnológicos táticos ou hacktivistas e movimentos sociais comunitários. Uma intersecção que precisa urgentemente ser selada em face da crescente complexidade das relações corporais, sociais, espaciais e tecnológicas que devem enfrentar os sistemas de mídia baseados em localização contra-hegemônicos que virão; ABSTRACT: Artistic and socio-technological mediation processes in disruptive and communal locative communication systems cocreation This research focuses on counter-hegemonic locative media's artistic practices with the hegemonic location-based corporate media and socio-technological systems. Some of them critically open and make transparent the locative apparatus; others intervene with their protocols, power structures, or infrastructures; others generate alternatives to them. We pay special attention to those that mediate in the co-creation of communicative, locative, bottomup and peer to peer systems. Our objective is to analyze these works' counter-hegemonic potential by analyzing aesthetic; narrative; methodological; socio-technological; and political positioning aspects, particularly those concerning the Commons. To do so, we start from our experience in two artistic spaces of transdisciplinary co-creation with locative media, Constelaciones (2011) and Montenoso (2012). Through a digital ethnography we open these and other key works in this field and their archaeology within the media art. These are artistic practices with strong ethical implications with respect to the origin and military-industrial development of the technologies they use. They also carry implicit questions regarding the media (de)territorialization dynamics from mobile technologies' impact. In promoting social and dialogical experiences, they confront tensions between autonomy and political commitment to the context, to which they are linked as performative, interactive, participatory, and locative works. We believe that their counter-hegemonic potential lies in promoting transdisciplinary mediation processes between activist or community media practices, counter-hegemonic media movements, tactical or hacktivist technological movements, and communal social movements. It becomes urgent to seal this intersection in the face of the rising complexity of the corporal, social, spatial, and technological relations that counterhegemoni location-based media systems to come must face.

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