Os intelectuais portugueses durante o Estado Novo: percursos e posicionamentos
| dc.contributor.author | Príncipe, João | |
| dc.contributor.author | Nunes, Maria de Fátima | |
| dc.contributor.author | Salgueiro, Ângela | |
| dc.contributor.editor | Nunes, Maria de Fátima | |
| dc.contributor.editor | Príncipe, João | |
| dc.contributor.editor | Salgueiro, Ângela | |
| dc.date.accessioned | 2018-02-14T14:40:49Z | |
| dc.date.available | 2018-02-14T14:40:49Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.description.abstract | Algum tempo após o golpe militar de 1926 toma forma um regime autoritário – o Estado Novo, cuja duração irá para além das expectativas dos intelectuais republicanos, muitos dos quais passam para a oposição, enquanto outros se aclimatam melhor. Se a relevância dos intelectuais para as sociedades contemporâneas (Winnock) é incontestável, a polarização do campo intelectual (Bourdieu) durante o Estado Novo, caracterizada por profundas tensões políticoideológicas, é uma realidade pouco estudada na sua globalidade, encontrando-se personalidades num leque ideal-típico que vai do intelectual orgânico de Gramsci, que frequentemente integra a elite governante (Pareto), ao clerc de Benda com um ideal de pensamento livre e crítico, para além dos vínculos ideológicos. Durante grande parte do Estado Novo, o prestígio do intelectual, que não integra a elite governante, resulta sobretudo da sua actividade pública, enquanto publicista, escritor de ideias ou produtor de obras artísticas, integrando movimentos culturais e associações cívico-políticas; apenas alguns dos intelectuais são académicos: cientistas, médicos, historiadores, etc. Se numa primeira fase se destacam na agitação intelectual de oposição à Ditadura Militar e ao Estado Novo figuras associadas à «Renascença Portuguesa» ou à «Seara Nova», numa segunda fase, com o final da II Guerra Mundial, que levou muitos dos republicanos e democratas a idealizar uma abertura de regime, surgem personalidades e movimentos com outros referenciais (ligados por exemplo ao marxismo-leninismo tão presente na revista «Vértice»). No pós-guerra há uma reestruturação do campo intelectual, mantendo-se uma forte interacção entre gerações, fenómeno bem patente no MUD ou na candidatura do general Humberto Delgado. Este livro inclui uma introdução geral e compila as sínteses das comunicações apresentadas no Seminário – Os intelectuais portugueses durante o Estado Novo: percursos e posicionamentos, realizado em Junho de 2017 na Universidade de Évora. | por |
| dc.identifier.authorbook | nao | por |
| dc.identifier.authoremail | jpps@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | mfn@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | angela_salgueiro@hotmail.com | |
| dc.identifier.citation | Ângela Salgueiro, João Príncipe, Maria de Fátima Nunes (2017) Os intelectuais portugueses durante o Estado Novo: percursos e posicionamentos, Livro de Resumos, IHC-CEHFCI, Universidade de Évora e FCSH-UNL | por |
| dc.identifier.editorbook | nao | por |
| dc.identifier.numpag | 71 | |
| dc.identifier.scientificarea | 707 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/22220 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | IHC - CEHFCi | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | intelectuais | por |
| dc.subject | Estado Novo | por |
| dc.title | Os intelectuais portugueses durante o Estado Novo: percursos e posicionamentos | por |
| dc.type | book | por |