Avaliação de diferentes alternativas de poda num pomar em sebe de amendoeira da variedade Soleta
| dc.contributor.author | Dias, António B. | |
| dc.contributor.author | Reis, José | |
| dc.contributor.author | Rebola, Jorge | |
| dc.contributor.author | Falcão, José | |
| dc.contributor.author | Pinheiro, Anacleto | |
| dc.date.accessioned | 2023-02-07T12:27:17Z | |
| dc.date.available | 2023-02-07T12:27:17Z | |
| dc.date.issued | 2022-11-15 | |
| dc.description.abstract | O sucesso do olival em sebe terá contribuído para que alguns agricultores investissem no amendoal em sebe. A pouca informação disponível sobre este sistema de condução em amendoal, levou os autores a instalarem um ensaio para avaliarem diferentes alternativas de poda. O ensaio foi instalado num pomar de amendoeira da variedade Soleta plantado em setembro de 2014 na Herdade da Torre das Figueiras, Monforte, Portalegre (39º 04’ N, 07º 29’W). Definiram-se os seguintes tratamentos: T0 (poda agricultor) – poda de verão + poda pós-colheita+ poda de inverno. Poda de verão com corte horizontal da copa e corte lateral em cada uma das faces, em 2015, 2018 e 2019 e poda manual em 2016. Poda mecânica pós-colheita com corte horizontal e cortes laterais m 2017. Poda de inverno com poda manual em 2016 e 2018 e poda mecânica (corte horizontal da copa) seguida de complemento manual em 2017; T1- sem intervenções de poda em 2015, 2016 e 2017 e poda manual inverno em 2018 e 2019; T2 – poda mecânica com corte horizontal e cortes laterais da copa no verão de 2015 e em pós-colheita em 2017, 2018 e 2019; e T3 – poda mecânica com corte horizontal e cortes laterais da copa no verão 2015, 2018 e 2019 e em pós-colheita em 2017. Em 2018, foi realizada poda manual de inverno em todos os tratamentos. Em 2017, 2018 e 2019 monitorizou-se o tempo gasto nas operações de poda e colheu-se a amêndoa de cada linha, registando a massa de amêndoa e o tempo de trabalho. Verificaram-se diferenças significativas na produção de miolo entre os anos (2017-2019). Em 2018 verificaram-se diferenças significativas entre os tratamentos com o T0 a registar uma produção significativamente inferior às obtidas no tratamento T2. No entanto, na média dos 3 anos de produção, não se verificaram diferenças significativas entre os tratamentos. | por |
| dc.identifier.authoremail | adias@uevora.pt | |
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| dc.identifier.authoremail | pinheiro@uevora.pt | |
| dc.identifier.local | Auditório DRAP Algarve- Faro | |
| dc.identifier.scientificarea | 580 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/33963 | |
| dc.identifier.withinvitedoralpresentation | nao | por |
| dc.identifier.withoralpresentation | sim | por |
| dc.identifier.withposter | nao | por |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | 3º Simpósio Nacional de Frutos Secos- Faro | por |
| dc.rights | restrictedAccess | por |
| dc.subject | poda | por |
| dc.subject | produção | por |
| dc.subject | miolo | por |
| dc.subject | custos | por |
| dc.title | Avaliação de diferentes alternativas de poda num pomar em sebe de amendoeira da variedade Soleta | por |
| dc.type | lecture | por |