Belo, simbólico, durável e nacional: Critérios para a escolha das rochas ornamentais utilizadas na construção da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima

dc.contributor.authorMoura Soares, Clara
dc.contributor.authorRodrigues, Rute
dc.contributor.authorFilipe, Carlos
dc.contributor.authorMoreira, Noel
dc.contributor.editorLeite de Abreu, J.P.
dc.contributor.editorDuarte, M.D.
dc.date.accessioned2023-12-20T12:00:46Z
dc.date.available2023-12-20T12:00:46Z
dc.date.issued2023-12
dc.description.abstractNa obra monumental da Basílica de Nossa Senhora do Rosário, em Fátima, construída entre 1928 e 1953, segundo projeto inicial do arquiteto neerlandês Gerardus van Krieken, é a pedra que domina como material visível, tanto na arquitetura como na escultura. Apresentando-se com diversas origens e fornecedores, distintas características e padrões cromáticos, as rochas utilizadas são muito mais do que apenas materiais de construção. Através da investigação realizada sobre o caso de estudo, cujos resultados se pretende apresentar neste trabalho, que utiliza uma metodologia de trabalho interdisciplinar que combina o estudo da documentação histórica com a análise macroscópica in situ do edifício, foi possível identificar e cartografar a utilização de uma grande variedade de rochas ornamentais. Ainda que a pedra calcária da região do Maciço Calcário Estremenho se tenha revelado dominante, sobretudo no revestimento estrutural da basílica, também se identificou uma presença muito significativa de rochas calcárias provenientes da região de Pêro Pinheiro (Sintra) e de mármores do Anticlinal de Estremoz (Alentejo), maioritariamente aplicados em pavimentos, altares, púlpitos e estatuária. Que critérios presidiram à escolha de rochas ornamentais das regiões de Sintra e do Anticlinal de Estremoz para a conceção de determinadas partes da Basílica em detrimentos de outras, particularmente numa terra abastada em bons calcários? É a grande questão deste estudo, relacionando-se com outros aspetos relevantes, como: quem os forneceu, de que pedreiras provieram ou quem procedeu ao seu talhe? São as várias faces duma linha de investigação que procura estudar as fontes de materiais pétreos, de modo a conhecer melhor o património arquitetónico, a história da sua construção e a dispor de recursos para a sua conservação e restauro, ao mesmo tempo que se valorizam algumas das mais notáveis rochas ornamentais nacionais, cuja importância e exploração se mantém na atualidade.por
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dc.identifier.authoremailnafm@uevora.pt
dc.identifier.citationSOARES, C.M., RODRIGUES, R.M., FILIPE, C., MOREIRA, N. (2023), Belo, simbólico, durável e nacional: Critérios para a escolha das rochas ornamentais utilizadas na construção da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. In: LEITE DE ABREU, J.P., DUARTE, M.D. (coord.), Padroeira de Portugal. Mulher, Mãe e Rainha: 375 anos da Coroação de Nossa Senhora da Conceição. IPPEM - Instituto da Padroeira de Portugal para os estudos da Mariologia, 333-374. ISBN: 978-989-33-5383-7por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/35819
dc.language.isoporpor
dc.publisherIPPEM - Instituto da Padroeira de Portugal para os estudos da Mariologiapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleBelo, simbólico, durável e nacional: Critérios para a escolha das rochas ornamentais utilizadas na construção da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátimapor
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