Cultura física, cultura técnica e modernidade em Luís António Verney. Verney e a leitura de modernidade no século XVIII e no século XXI
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Movimento Internacional Lusófono
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Verney constitui um signo mágico para abrir os horizontes do debate científico e cultural em torno de Modernidade. Na Universidade de Évora a Escola de Ciências e Tecnologia ocupa um antigo espaço castrense que foi denominado, em sessão de Senado Universitário do início do século XXI, Colégio Luís António Verney. Deixar, para tempos vindouros, sinais claros que a Física, a Química, a Biologia iam ficar alocadas em espaço de uma memória identificador da modernidade do século XVIII europeu. No magistério científico de História cultural e política do Professor Silva Dias também fui habituada a lidar com o caldo cultural da modernidade — na velha tem são antigos! modernos — pontuada pelo vértice de urna desdivinização da Natureza proposta nas Cartas X e XII do Verdadeiro Método de Estudar, nas quais se tratados ternas da Física e da Medicina, esta como uma consequência da aplicação à
natureza (humana) da Física newtoniana. Verney como símbolo da interpretação de uma nova Natureza, medida instrumentalmente, experimentada sob o ponto de vista científico
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Nunes, Maria de Fátima (2016), “Cultura física, cultura técnica e modernidade em Luís António Verney. Verney e a leitura de modernidade no século XVIII e no século XXI”, Luís António Verney e a Cultura Luso-Brasileira do seu tempo, coord. António Braz Teixeira, Octávio dos Santos, Renato Epifânio, Lisboa, Ed. Movimento Internacional Lusófono; pp. 53-65.