EFICIÊNCIA DE ENGORDAS ALTERNATIVAS DE BOVINOS DE RAÇA ALENTEJANA E MERTOLENGA
| dc.contributor.author | Castro, José Lopes | |
| dc.contributor.author | Vilhena, Ana | |
| dc.contributor.author | Simões, Ana | |
| dc.contributor.author | Roquete, Carlos | |
| dc.date.accessioned | 2014-01-27T18:09:41Z | |
| dc.date.available | 2014-01-27T18:09:41Z | |
| dc.date.issued | 2012-09-13 | |
| dc.description.abstract | O produtor começa a ter dificuldades significativas na definição do tipo de engorda óptimo para a sua exploração e para o mercado que influencia a sua produção, denominadamente com as raças bovinas autóctones como por exemplo a Alentejana e a Mertolenga. O objectivo deste trabalho é avaliar a eficiência de 4 diferentes modalidades de engorda, tendo em conta os preços da alimentação e de venda em leilão, em duas épocas do ano. Após o desmame, foram constituídos 4 grupos com o seguinte maneio: o 1º grupo permaneceu no curral, durante o período de engorda; o 2º esteve em pastoreio até Julho sendo a fase final feita em curral; o 3º e 4º grupos ficaram em pastoreio até Outubro, e posteriormente foram para o curral. A diferença entre os últimos dois grupos foi a altura do desmame. Quando no curral foram alimentados com ração granulada e feno. No final da engorda foi possível verificar que os grupos 1 e 2 eram diferentes dos restantes grupos relativamente ao peso vivo. Quanto ao ganho médio diário, encontraram-se diferenças muito significativas (P<0,01)entre as raças, e entre os vários tipos de engorda (os grupos 3 e 4 são diferentes dos grupos 1 e 2, e o grupo 1 é diferente dos restantes, assim como o grupo 2). No caso das raças o ganho médio diário foi de 1,139 Kg nos Alentejanos e de 0,757 Kg nos Mertolengos. Relativamente aos tipos de engorda, houve um máximo de 1,453 Kg no grupo 1 (curral), e um mínimo de 0,656 Kg no grupo 3 (pastagem tardia e curral em Outubro). Em termos de eficiência alimentar, foram estudados o índice de conversão e uma aproximação à ingestão voluntária residual, tendo sido encontradas diferenças significativas apenas neste último indicador. Assim, os animais da raça Alentejana demonstraram ser mais eficientes (-0,10 UFV) do que estava previsto nas tabelas de necessidades alimentares do INRA (1988). Este ensaio também teve o objectivo de fazer a avaliação económica tendo havido ligeiro lucro nos grupos 1, 2 e 3 presentes quer no leilão em Outubro quer no leilão de Janeiro. O grupo 4 (desmame tardio), que só foi ao leilão de Janeiro, deu prejuízo. | por |
| dc.identifier.authoremail | jcastro@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.scientificarea | 387 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/10119 | |
| dc.identifier.withinvitedoralpresentation | nao | por |
| dc.identifier.withoralpresentation | nao | por |
| dc.identifier.withposter | sim | por |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Bovinos carne | por |
| dc.subject | raças autóctones | por |
| dc.subject | engordas | por |
| dc.title | EFICIÊNCIA DE ENGORDAS ALTERNATIVAS DE BOVINOS DE RAÇA ALENTEJANA E MERTOLENGA | por |
| dc.type | lecture | por |
| degois.publication.title | VIII Congresso Ibérico Sobre Recursos Genéticos Animais | por |