Entre o positivo e o negativo: a “coexistência” entre os recintos murados e os recintos de fossos no Centro e Sul de Portugal

dc.contributor.authorRIBEIRO, Inês
dc.contributor.authorDINIZ, António
dc.contributor.authorALMEIDA, Nelson J.
dc.contributor.authorROCHA, Leonor
dc.date.accessioned2025-08-27T22:52:40Z
dc.date.available2025-08-27T22:52:40Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractNas últimas décadas temos assistido ao desenvolvimento de novas técnicas e áreas de estudo que foram aplicadas aos mais diversos vestígios arqueológicos do 3º milénio a.n.e. Em Portugal, este desenvolvimento foi acompanhado por uma “revolução” empírica, através da identificação de inúmeros recintos de fossos. Este facto, conjugado com os vestígios tão bem conhecidos de recintos murados, faz com que o Centro e Sul de Portugal seja um cenário privilegiado para discutir as dinâmicas relacionadas com o Calcolítico, tanto do ponto de vista sincrónico como diacrónico. No que respeita às questões territoriais de ocupação e exploração, tem-se verificado um crescimento focado nas evidências espaciais e cronológicas relacionadas com os recintos de fossos e os recintos murados. Estas duas realidades são comummente separadas, devido, possivelmente, ao facto de se encontrarem bem evidenciados em diferentes partes do país. Se, por um lado, se destacam os recintos murados na região da Estremadura – apesar de existirem vestígios no Sul –, por outro, a concentração de recintos de fossos no Sul de Portugal é de grande relevância. Não obstante, como acontece noutros regiões, este tipo de arquiteturas (positivas e negativas) podem “coexistir”, pelo menos espacialmente, senão até cronologicamente, nos sítios arqueológicos. Nesta comunicação apresenta-se uma síntese dos dados existentes, com foco na localização, tipologia, cronologia, materiais e ecofactos associados aos recintos murados e de fossos do Centro e Sul de Portugal que foram objeto de escavações arqueológicas. Pretende-se contribuir para a discussão do seu papel na organização e distribuição espacial durante o 3º milénio a.n.e, assim como relevar as suas principais semelhanças e diferenças.por
dc.identifier.authoremaili.isabel.rosaribeiro@gmail.com
dc.identifier.authoremaila.lacerda.diniz@gmail.com
dc.identifier.authoremailnelson.almeida@uevora.pt
dc.identifier.authoremaillrocha@uevora.pt
dc.identifier.citationRIBEIRO, I; DINIZ, A; ALMEIDA, N.J; ROCHA, L. (2024) - Entre o positivo e o negativo: a “coexistência” entre os recintos murados e os recintos de fossos no Centro e Sul de Portugal. Preactas del XIII Encuentro de Arqueología del Suroeste Peninsular/Encontro de Arqueologia do Sudoeste Peninsular (Cádiz/Benalup-Casas Viejas, Espanha). Universidad de Cádiz, p. 23.por
dc.identifier.scientificarea709por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/39114
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUniversidad de Cádizpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectRecintos de Fossos Recintos Muradospor
dc.subjectPré-história Recentepor
dc.subjectSudoeste Peninsularpor
dc.titleEntre o positivo e o negativo: a “coexistência” entre os recintos murados e os recintos de fossos no Centro e Sul de Portugalpor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage23por
degois.publication.lastPage23por
degois.publication.titleXIII Encuentro de Arqueología del Suroeste Peninsular/Encontro de Arqueologia do Sudoeste Peninsularpor

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