La Universidad Central durante la Segunda República: las facultades de ciencias y su contexto internacional
| dc.contributor.author | Nunes, Fátima | |
| dc.contributor.author | Pereira, Elisabete | |
| dc.contributor.author | Lopes, Quintino | |
| dc.contributor.editor | Rigagorda, Alvaro | |
| dc.contributor.editor | López-Ocón, Leoncio | |
| dc.date.accessioned | 2022-12-28T16:31:40Z | |
| dc.date.available | 2022-12-28T16:31:40Z | |
| dc.date.issued | 2022-12-01 | |
| dc.description.abstract | Chegar aos anos 30 da história da Universidade em Portugal implica olhar para a dupla dimensão de –Universidades e Investigação–linhas de continuidade e clivagens– entre a história da ciência e a cronologia de história política que não têm que ser coincidentes. A rutura política da República apenas implicou que jesuítas cientistas fossem afastados do país e dos seus instrumentos científicos nos colégios que dirigiam. Sob o ponto de vista estrutural, a comunidade científica existente moldou-se aos ventos republicanos –o republicanismo emergiu deste caldo científico e cultural vigente desde o final do século XIX em Portugal-. Assim se foi chegando aos anos 30, aos anos de Estado Novo, anos de não tolerância e a vigência de nova Constituição corporativa de 1933, em sintonia com os movimentos de fascismo da Europa da época. Sem ruturas dramáticas em termos de exercício de prática científica, a prática da ciência (parece) que foi navegando nas águas nacionais e internacionais que já se haviam firmado sobre o retângulo peninsular, com um império colonial em África e pequenos pontos de sinalização na Ásia (Timor e Goa, na Índia). Com os dez anos de comemoração da Revolução Nacional do Estado Novo (1926-1936) sinalizam-se as ruturas de exclusão política de cientistas e professores universitários. As purgas de limpeza académica de Oliveira Salazar nas décadas de trinta e quarenta deixaram marcas na comunidade científica e no movimento de oposição ao regime. Evidenciaram que a resistência se podia também fazer pela resiliência de consciente possível de fazer ciência global e estar ativo nas redes construídas de longa duração. Um jogo de permanência e ruturas. | por |
| dc.identifier.authorbook | nao | por |
| dc.identifier.authoremail | mfn@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | ejsp@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | quintinolopes1@gmail.com | |
| dc.identifier.citation | Nunes, Fátima; Pereira, Elisabete; Lopes, Quintino; Salgueiro, Ângela (2022) - «As Universidade portuguesas nos anos 30». In La Universidad Central durante la Segunda República: las facultades de ciencias y su contexto internacional (Alvaro Rigagorda e Leoncio López-Ocón Eds). Madrid: Carlos III University of Madrid. pp. 311-331. | por |
| dc.identifier.editorbook | nao | por |
| dc.identifier.scientificarea | 733 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10016/36057 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/32952 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Carlos III University of Madrid | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.title | La Universidad Central durante la Segunda República: las facultades de ciencias y su contexto internacional | por |
| dc.type | book | |
| degois.publication.title | La Universidad Central durante la Segunda República | por |