O Monte Alentejano na encruzilhada do tempo

dc.contributor.authorMascarenhas, José Manuel de
dc.contributor.authorBarata, Filipe Themudo
dc.contributor.authorCapelo, Sofia
dc.date.accessioned2015-03-09T16:05:36Z
dc.date.available2015-03-09T16:05:36Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstractO tradicional monte alentejano é um tipo de habitat constituído, pelo menos até finais dos anos 70, por estruturas arquitectónicas detentoras, em muitos casos, de um património vernácula inigualável. Nos últimos 30-40 anos assistiu-se a uma dinâmica sócio-económica que, se por um lado levou a uma maior racionalização dos sistemas agrícolas, com a intensificação da mecanização, desenvolvimento das monoculturas, introdução de novas culturas, etc., foi, por outro lado, acompanhada por um despovoamento rural crescente e pela alteração radical das redes sociais locais, com a evidente quebra da coesão social, entre outros problemas. Mas o que terá acontecido durante este período ao monte alentejano? Qual foi a trajectória de conversão para as novas funcionalidades? Estará o monte alentejano condenado a desaparecer ou a diluir-se noutra realidade? O que aconteceu aos seus valores patrimoniais? Os autores pensando que esta problemática não tem sido encarada pelos órgãos políticos responsáveis com a devida competência, nem merecendo da sociedade a devida atenção, propõem-se realizar um estudo comparativo de situações actuais, correspondentes a zonas geográficas e a tipos de uso do solo distintos, no Alentejo Central. Esta comparação será tanto mais enriquecedora quanto mais distintas forem as paisagens, pois só assim se perceberá se o problema atinge indiferenciadamente todo o território, ou se, pelo contrário, assume maior gravidade em algumas paisagens particulares. Afinal, o risco, é que, com a necessidade de se produzir para um mercado global, acarretando a descaracterização de muitos sistemas agrícolas tradicionais, paisagens de elevado valor patrimonial, como o montado, a par de um património vernacular por vezes rico, fiquem cada vez mais expostas e degradadas. Pretende-se, a partir deste olhar, tentar perceber os diferentes caminhos que têm conduzido o monte alentejano a alterações nem sempre evidentes e percepcionáveis.por
dc.description.sponsorshipUID/HIS/00057/2013 (POCI-01-0145-FEDER-007702)
dc.identifier.authoremailmascarenhas_jm@sapo.pt
dc.identifier.authoremailftbarata@uevora.pt
dc.identifier.authoremailscapelo@uevora.pt
dc.identifier.citationJosé Manuel de Mascarenhas, Filipe Themudo Barata, Sofia Capelo, O Monte Alentejano na encruzilhada do tempo, VII Congresso Português de Sociologia - 40 anos de democracias: progressos, contradições e prospetivas, Universidade de Évora, Évora, Portugal, 14 a 16 de abril de 2014.por
dc.identifier.scientificarea735por
dc.identifier.sharewithCIDEHUS
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/13212
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectMonte alentejanopor
dc.subjectpaisagempor
dc.subjectpatrimónio vernáculapor
dc.subjectvalorização do patrimóniopor
dc.titleO Monte Alentejano na encruzilhada do tempopor
dc.typearticlepor
degois.publication.locationVIII Congresso Português de Sociologiapor
degois.publication.titleO Monte Alentejano na encruzilhada do tempopor

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