Caracterização de Argamassas de cal do Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz

dc.contributor.authorGalacho, Cristina
dc.contributor.authorMoita, Patrícia
dc.contributor.authorAndrade, L
dc.contributor.authorMarques, C
dc.contributor.authorCandeias, António
dc.date.accessioned2018-02-21T15:40:06Z
dc.date.available2018-02-21T15:40:06Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractSituado entre a cosmopolita cidade de Lisboa e a bucólica vila de Sintra, o Palácio Nacional de Queluz e os seus jardins históricos constituem um dos exemplos mais notáveis da ligação harmoniosa entre paisagem e arquitetura palaciana em Portugal. Inserido no Projeto “Recuperar Queluz,” a Parques de Sintra – Monte da Lua deu início, em 2015, aos trabalhos de conservação e de restauro de estruturas do Palácio Nacional de Queluz e dos seus Jardins. Neste âmbito, e visando a reconstituição do Jardim Botânico, está em curso no laboratório HERCULES um estudo material das argamassas aí existentes [1]. Neste trabalho, serão apresentados os resultados de caracterização mineralógica e microestrutural de diversas amostras de argamassas provenientes do pórtico de acesso, dos muros de fundação das estufas, de muros separadores, de bancos e de floreiras. A metodologia de caracterização de argamassas compreende diferentes fases e técnicas de análise, nomeadamente, a difração de raios X, a análise termogravimétrica e a microscopia eletrónica de varrimento com espectroscopia de raios X por dispersão de energias A integração dos resultados obtidos permitirá, entre outros, identificar o tipo de ligante e de agregados utilizados, assim como, determinar a razão ligante:agregado contribuindo, desta forma, não só para o aumento do conhecimento histórico deste local, mas também para a obtenção de suporte científico tendo em vista as futuras intervenções de conservação e restauro. Os resultados preliminares obtidos para a amostra PNQ-JB-5, argamassa do muro separador entre o Jardim Botânico e Horta, e apresentados a, título exemplificado. na fig. 1 evidenciam, para os agregados, uma composição mineralógica rica em minerais de areia (quartzo) e filossilicatos. A identificação da calcite indicia a presença de uma argamassa de cal aérea.por
dc.identifier.authoremailpcg@uevora.pt
dc.identifier.authoremailpmoita@uevora.pt
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailcarlos.marques@parquesdesintra.pt
dc.identifier.authoremailcandeias@uevora.pt
dc.identifier.scientificarea304por
dc.identifier.urihttp://hercules.uevora.pt/cal/documents/BookOfAbstracts.pdf
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/22418
dc.identifier.withinvitedoralpresentationnaopor
dc.identifier.withoralpresentationnaopor
dc.identifier.withpostersimpor
dc.language.isoporpor
dc.publisherlivro de resumos do “1º simpósio ibérico A cal na arte e no património edificado”, P. Monteiro e M. Gil (editores), Universidade de Évora, Portugal (2017)por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectPalácio Nacional de Queluzpor
dc.subjectArgamassa históricaspor
dc.subjectCaracterizaçãopor
dc.subjectATGpor
dc.subjectDRXpor
dc.subjectMEVpor
dc.subjectJardim Botânicopor
dc.titleCaracterização de Argamassas de cal do Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluzpor
dc.typelecturepor

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