Os hinos patrióticos portugueses no contexto expedicionário em África nos finais de oitocentos
| dc.contributor.author | Oliveira, Filipe | |
| dc.contributor.editor | Oliveira, Filipe | |
| dc.date.accessioned | 2025-07-09T13:24:13Z | |
| dc.date.available | 2025-07-09T13:24:13Z | |
| dc.date.issued | 2025-07 | |
| dc.description.abstract | Resumo/Abstract: O contexto laudatório e celebratório de muitas formas e géneros musicais tem sido uma constante ao longo da história. No que respeita ao hino, desde as celebrações confessionais que pautaram a sua evolução, de que destacamos, a título de exemplo, o Te Deum na centúria setecentista, até ao Liberalismo oitocentista, este género musical tornou-se o veículo emotivo e ideologicamente comprometido da celebração de muitos eventos revolucionários, políticos e patrióticos. É um facto que, no quadro da agitação política que marcou todo o século XIX português, o hino veio a assumir gradualmente um papel de grande simbolismo na partilha e defesa, ora de opções políticas, ora de eventos militares, ora na celebração de datas históricas. No quadro do ambiente de Nacionalismo e Imperialismo que se viveu em Portugal na década de 90 de oitocentos, selecionámos uma série de hinos e marchas militares para o nosso estudo, a partir dos trabalhos existentes neste domínio, com particular destaque para os estudos e levantamentos de repertório realizados por Pedro Marquês de Sousa. A presente comunicação circunscreve-se aos hinos surgidos no âmbito da Expedição Africana de 1895, impulsionada por António Enes, reveladora do quadro patriótico, nacionalista e colonialista que então se viveu, visando responder à humilhação do Ultimato Britânico de 1890. Os hinos em causa, homenageando o Coronel Galhardo, as forças expedicionárias de 1895, as memórias de ilustres figuras históricas como o Infante D. Henrique e pronunciando-se contra a humilhação sofrida, são devidamente enquadrados no presente estudo, nas perspectivas, simultaneamente, histórica, política e musical. Nomes como os de Alfredo Keil, Gomes Leal, Lopes de Mendonça, Augusto Machado e Müller Junior são assim aqui evocados e contextualizados, em prol do alargamento dos horizontes do nosso conhecimento relativamente às devidas posturas musicais e poéticas no quadro político-militar da altura. | por |
| dc.identifier.authoremail | fsmo@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Os hinos patrióticos portugueses no contexto expedicionário em África nos finais de oitocentos in I Encontro Internacional Memórias de Música: casas-museu no espaço ibérico Porto, 3-5 julho 2025 | por |
| dc.identifier.scientificarea | 203 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/38956 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | Ana Ester Tavares e Ricardo Vilares | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Hino político | por |
| dc.subject | Música militar | por |
| dc.subject | Alfredo Keil | por |
| dc.subject | Müller Junior | por |
| dc.subject | Expedição africana de 1895. | por |
| dc.title | Os hinos patrióticos portugueses no contexto expedicionário em África nos finais de oitocentos | por |
| dc.type | article |