GEOMETRIA 3D DO COMPLEXO PLUTÓNICO DE SANTA EULÁLIA. CONTRIBUIÇÃO DA GRAVIMETRIA

dc.contributor.authorNogueira, Pedro
dc.contributor.authorMaximo, Jaime
dc.contributor.authorSant'Ovaia, Helena
dc.contributor.authorCarrilho-Lopes, José
dc.contributor.authorCorreia, Antonio
dc.contributor.authorLopes, Luis
dc.contributor.authorSilva, Orlando
dc.contributor.authorNoronha, Fernando
dc.date.accessioned2016-03-15T15:48:13Z
dc.date.available2016-03-15T15:48:13Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstractOs estudos de gravimetria em plutões graníticos tem sido efetuados com diversas finalidades, procurando perceber a sua geometria tridimensional e retirando implicações quer quanto à sua génese, quer quanto à dinâmica de processos crustais ou, ainda, retirando ilações acerca do potencial para a existência de recursos minerais com eles associados (Vigneresse 1995, Máximo, J. 2008, Sant'Ovaia et al. 2012). Os plutões graníticos são caracterizados por, normalmente, possuírem uma densidade inferior às rochas encaixantes, gerando anomalias negativas. A análise destas anomalias por modelação e principalmente por métodos de inversão permite determinar a geometria 3D dos maciços. A compreensão da existência de uma raiz simples ou de múltiplas raízes, permite afinar o modelo de génese e implantação do plutão, o que por sua vez fornece achegas fundamentais para a avaliação do potencial metalogénico. O complexo plutónico de Santa Eulália – CPSE - é constituído por duas fácies principais de rochas graníticas. A fácies central é essencialmente formada por granitos de cor cinzenta de granulometria variável e com tendência porfiroide. A fácies mais externa é constituída por um granito de grão geralmente grosseiro, essencialmente biotítica e de cor rosa.Os dados previamente existentes correspondiam a uma campanha de determinação de G absoluto com vista à elaboração da carta Gravimétrica de Portugal à escala 1:1.000.000, o que é manifestamente insuficiente para compreender a estrutura 3D do maciço (Figura 1). Procurando caracterizar a estrutura tridimensional do CPSE foi efetuada uma campanha de detalhe que procurou cobrir toda a área do plutão numa malha de 4 km2 (Figura 2). Os resultados obtidos neste trabalho foram combinados com os já existentes anteriormente para se obter uma rede mais densa, tendo sido transformados os valores da anomalia de bouguer em valores de G absoluto para efeitos de comparabilidade. Dos resultados obtidos salientam-se a revelação da existência de uma zona de enraizamento do complexo na região mais a E do plutão e a estrutura se tornar mais achatada para junto dos bordos.por
dc.identifier.authoremailpmn@uevora.pt
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailhsantov@fc.up.pt
dc.identifier.authoremailcarrilho@uevora.pt
dc.identifier.authoremailcorreia@uevora.pt
dc.identifier.authoremaillopes@uevora.pt
dc.identifier.authoremailorlando@uevora.pt
dc.identifier.authoremailfmnoronh@fc.up.pt
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/18099
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisher7º Congresso Luso-Moçambicano de Engenharia/IV Congresso de Engenharia de Moçambiquepor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectGravimetriapor
dc.subjectModelo 3Dpor
dc.subjectGranitopor
dc.subjectSanta Eulaliapor
dc.titleGEOMETRIA 3D DO COMPLEXO PLUTÓNICO DE SANTA EULÁLIA. CONTRIBUIÇÃO DA GRAVIMETRIApor
dc.typearticlepor

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