Ensino da Miologia Veterinária: do modelo ao cadáver
| dc.contributor.author | Lança, Maria João | |
| dc.contributor.author | Faustino-Rocha, Ana I. | |
| dc.date.accessioned | 2024-01-18T10:45:10Z | |
| dc.date.available | 2024-01-18T10:45:10Z | |
| dc.date.issued | 2023-07-06 | |
| dc.description.abstract | A Anatomia é a ciência que estuda a forma, a estrutura, a disposição e as relações das estruturas que constituem o organismo. A palavra “Anatomia” deriva do termo grego “Anatome”, formado por “Ana” que significa “em partes” e “tome” que significa “corte”. Se é correto que a Morfologia do organismo animal se mantém, de certo modo, inalterada nos seus conceitos fundamentais e na descrição geral dos sistemas e aparelhos, também é lícito afirmar-se que os estudantes têm uma certa relutância e dificuldade na sua aprendizagem. Para eles, a morfologia descritiva é isso mesmo, um conjunto de conceitos e de termos complexo e demasiado vasto. Este problema agrava-se na medida em que qualquer unidade curricular de Anatomia é ministrada nos primeiros semestres do curso de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária. Sendo a Anatomia uma unidade curricular fundamental no currículo dos cursos médicos, é natural que se recorra inevitavelmente à disseção de cadáveres. Todavia, a utilização do cadáver não deve ser o primeiro objeto de estudo para os alunos. Na realidade, em Portugal, encontra-se em vigor o Decreto-Lei nº 113/2013, que é uma transposição da Diretiva Europeia nº 2010/63/EU, e tem como principal objetivo a proteção dos animais utilizados para fins científicos ou educativos. De acordo com este Decreto-Lei, a utilização de animais para fins científicos ou educativos só deverá ser considerada quando não existir uma alternativa não animal. A situação de pandemia por COVID-19 teve um sério impacto na educação em todos os níveis de ensino, mas foi também uma janela de oportunidade para a rápida transição das aulas teóricas, teórico-práticas e práticas do ensino médico para o modo de ensino online, com recurso a plataformas digitais, como o Zoom ou o Microsoft Teams, o que contribuiu para o desenvolvimento de ferramentas alternativas à utilização de cadáveres. Aliando a impossibilidade de aulas práticas presenciais e procurando reduzir a utilização e cadáveres, surgem alternativas como sejam os modelos in silico para o ensino da Anatomia, a utilização de atlas com imagens de cadáveres dissecados, visualização de vídeos de cadáveres dissecados, utilização de softwares com representações tridimensionais dos músculos, onde é possível não só observar a estrutura dos músculos, mas também identificar as suas inserções e perceber as suas funções. A perceção dos alunos relativamente ao ensino e aprendizagem da miologia veterinária durante o período de pandemia por COVID-19 foi avaliada por meio de um inquérito, revelando este trabalho as respostas dos alunos sobre as metodologias adotadas em sede de aula prática. | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | Maria J. Lança & Ana I. Faustino-Rocha - Ensino da miologia veterinária: do modelo ao cadáver. 9º Congresso Nacional de Práticas Pedagógicas no Ensino Superior, pp:75 | por |
| dc.identifier.scientificarea | 207 | por |
| dc.identifier.sharewith | Departamento de Zootecnia | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/36122 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | CNaPPES | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | anatomia | por |
| dc.subject | in vivo | por |
| dc.subject | disseção | por |
| dc.subject | in silico | por |
| dc.title | Ensino da Miologia Veterinária: do modelo ao cadáver | por |
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