SABERES, LINGUAGENS E PRÁTICAS EDUCATIVAS: OS VÉRTICES DE UM DIÁLOGO NECESSÁRIO (O CASO DO ALANDROAL/PORTUGAL)1

dc.contributor.authorNico, Bravo
dc.contributor.editorAraújo, Maria da Silva
dc.contributor.editorMoraes, Jacqueline
dc.date.accessioned2011-11-25T17:25:11Z
dc.date.available2011-11-25T17:25:11Z
dc.date.issued2011
dc.description.abstractA relação entre os sistemas de qualificação e os territórios é uma realidade complexa e determinante para a adequada resolução da equação qualificadora em cada contexto territorial e respectivas dimensões sociais, económicas e culturais. Aspectos como a geografia, a orografia, as acessibilidades ou o tipo de povoamento, entre outras, assumem-se, na actualidade, como variáveis importantes que devem ser consideradas nos processos de desenho e concretização das políticas de qualificação, principalmente nas que incorporam preocupações de estímulo ao desenvolvimento local. O território comporta, entretanto, outras dimensões que se cruzam com a dimensão da qualificação e respectivas redes. De facto, em cada contexto geográfico, resultado da acção de um universo de instituições que nele existem ou actuam, podemos identificar outras redes territorializadas – com as suas linguagens e práticas educativas específicas – que concorrem para a qualificação dos indivíduos e das instituições (Nico, 2008). A qualificação, em cada território – respectivas circunstâncias histórica, social, económica e cultural –, é um meio heterogéneo e dinâmico, onde coexistem múltiplas iniciativas e respectivos promotores, num mapa que, na maioria dos casos, não foi previamente desenhado nem tão-pouco pensado, mas que resultou de cada acção singular. Observar, conhecer e, eventualmente, intervir, neste mapa da qualificação em cada território, é um exercício de enorme complexidade e exigência, que requer uma leitura atenta, pormenorizada e integradora, do universo educacional da realidade e uma latitude conceptual suficientemente capaz de albergar a totalidade da diversidade de projectos qualificadores existente em cada contexto. O caso que aqui é apresentado – concelho do Alandroal, sito na região Alentejo, ao sul de Portugal – oferece-nos um quadro bastante interessante de análise desta complexa relação que existe entre o território e a qualificação.por
dc.identifier.authoremailjbn@uevora.pt
dc.identifier.pagina75 - 83
dc.identifier.principalpublicationtitleVozes da Educação: Formação de Professores/as, Narrativas, Políticas e Memórias
dc.identifier.scientificarea229por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/2862
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUniversidade do Estado do Rio de Janeiropor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectQualificaçãopor
dc.subjectEducação não-formalpor
dc.subjectTerritóriopor
dc.subjectAprendizagempor
dc.titleSABERES, LINGUAGENS E PRÁTICAS EDUCATIVAS: OS VÉRTICES DE UM DIÁLOGO NECESSÁRIO (O CASO DO ALANDROAL/PORTUGAL)1por
dc.typearticlepor

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